O paladar do coração
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O corpo reconhece quando está sendo cuidado.
E o coração, talvez mais do que imaginamos, sente isso todos os dias.
A obesidade não é apenas excesso de peso. Ela faz parte de uma doença cardiometabólica
complexa, que envolve o coração, o metabolismo, o fígado, os rins… o corpo como um
todo. Quando a alimentação é rica em ultraprocessados — produtos cheios de açúcar,
gorduras artificiais, sal e aditivos — o organismo entra em estado de inflamação constante.
O resultado aparece aos poucos: pressão alta, diabetes, gordura no fígado, doença renal e
aumento do risco cardiovascular.
Nos últimos anos, medicamentos como o mais atual: o famoso tirzepatida (Monjauro)
passaram a ajudar no controle do peso e do metabolismo. Eles são ferramentas importantes,
especialmente para quem já apresenta doença estabelecida. Mas nenhum remédio substitui
aquilo que o corpo reconhece como alimento.
Comida de verdade tem cheiro, textura, cor. Vem da terra, da feira, da cozinha. Ela conversa
com o intestino, com o fígado, com os hormônios — e, indiretamente, protege o coração.
Já os ultraprocessados enganam o paladar, mas não nutrem o corpo.
Cuidar do coração passa, inevitavelmente, pelo que colocamos no prato.
O sabor do coração saudável, muitas vezes, tem cheiro de comida fresca.
Dra Araceli Thomaz – Cardiologista RQE 23926 – 27642 CRMSC 34981
Hospital Dom Joaquim – Sombrio/SC



