Entenda Melhor sobre cardio-oncologia
Acesse o nosso Canal no WhatsApp!
Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!
Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.
Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.
Acesse e siga agora:
https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t
E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

A doenca cardiovascular (DCV) é a principal causa não neoplásica de morbidade e mortalidade em sobreviventes de câncer de mama, linfomas de Hodgkin e cânceres infantis como leucemia, tratados com radioterapia e quimioterapia. Doença cardiovascular representa 27% de todas as mortes e 56% das mortes não relacionadas ao câncer em sobreviventes de câncer.
Como observamos, as duas principais causas no mundo de morbi-mortalidade doença cardiovascular e câncer se encontram: o encontro de dois mundos. Ocupa-se da análise do risco cardiovascular frente ao diagnóstico oncológico, além das necessidades do paciente antes, durante e após o tratamento.
Muitas terapias oncológicas como quimioterapia e radioterapia, podem ter efeitos colaterais no sistema cardiovascular.
Que pacientes atende?
Todos os pacientes que já fizeram, estão fazendo ou irão receber algum tipo de tratamento oncológico. O tratamento oncológico pode ser: qui-mioterapia, radioterapia, hormonioterapia ou cirurgia. O cardio-oncologista é o especialista mais indicado para avaliação do risco cardiovascular do paciente que irá a ser exposto a uma cirurgia oncológica.
Quais os sintomas que levam o paciente à cardiologia oncológica?
Não há sintomas especificos. Um paciente em tratamento oncológico curativo, de manutenção ou paliativo, que desenvolva qualquer sintoma relacionado ao sistema cardiovascular, deve ser avaliado pela cardiologia oncológica. Os mais comuns são:
- Desmaios
- Palpitações
- Dor no peito
- Falta de ar
Mas conforme a diretriz 2020 da sociedade europeia de cardiologia, todo paciente oncológico com risco cardiovascular moderado deveria ter seguimento com cardio-oncologista, já que várias formas de cardiotoxicidade podem ser assintomáticas.
Existem várias formas e a principal e mais conhecida é a insuficiência cardíaca associada a antraciclicos, mas temos também hipertensão arterial, miocardite, arritmias como fibrilação atrial, doença arterial coro-nariana.
Só cardiotixicidade?
Não, uma correta avalição dos fatores de risco cardiovasculares, além de avaliação cardiovascular pré operatória, passando pela avaliação da interação das medicações em uso, acompanhamento pos transplante de medula óssea, seguimento dos casos de síndrome carcinóide ou de tumores cardíacos.
E também o cardio-oncologista é o indicado para diagnóstico, avaliação, tratamento e acompanhamento de pacientes com Amiloidose cardíaca.
A cardio-oncologia visa prevenir, diagnosticar e tratar os problemas cardiovasculares associados ao câncer, almeja que o paciente receba o melhor tratamento possivel auxiliando no melhor tratamento ao câncer.
Se vê a cardio-oncologia não como uma subespecialidade separada se não como uma disciplina integrativa, com visão de abordagem multidisciplinar dos pacientes; envolvendo cardiologista, oncologista, radiologista, hematologista e outras especialidades.
Dr. Diego Raul Romero Cawen
Médico Cardiologista
CRM/RS 45091 | RQE 39707 – CRM/SC 23485 | RQE 23111
Hospital Dom Joaquim – Sombrio/SC



