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Foto: Freepik

Santa Catarina registrou queda de 4,1% nas exportações nos dois primeiros meses de 2026, totalizando US$ 1,697 bilhão em embarques, ante US$ 1,770 bilhão no mesmo período de 2025. O resultado foi influenciado principalmente pela redução nas vendas para os Estados Unidos, que recuaram 38,1% e somaram US$ 148 milhões no bimestre. Com isso, o país passou a ocupar a segunda posição entre os principais destinos dos produtos catarinenses, atrás da China, que liderou o ranking com US$ 151 milhões, mesmo registrando retração de 8,3%.

De acordo com o presidente da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), Gilberto Seleme, a queda nas exportações para o mercado norte-americano está relacionada às chamadas “tarifas recíprocas” anunciadas pelo governo dos Estados Unidos em abril de 2025. “Essas tarifas foram derrubadas pela Suprema Corte dos EUA no último dia 20, o que abre possibilidade de recuperação nas vendas para o país”, afirmou.

Entre os principais destinos das exportações catarinenses também houve mudanças de posição. A Argentina caiu do terceiro para o quarto lugar após reduzir em 24,3% suas compras, somando US$ 108 milhões, e foi ultrapassada pelo Japão, que apresentou crescimento de 22,9% e alcançou US$ 131 milhões. O México também subiu no ranking ao ampliar em 24% suas importações de produtos catarinenses, superando o Chile, que registrou queda de 3,7%.

Na pauta de produtos exportados, apenas a carne de aves teve crescimento entre os cinco principais itens, com alta de 13% e liderança nas vendas externas, totalizando US$ 426,6 milhões. Já carne suína (-1,6%), motores elétricos (-3,9%), madeira serrada (-2,4%) e partes de motores (-22,1%) registraram retração. No mesmo período, as importações catarinenses somaram US$ 5,7 bilhões, queda de 5,2% em relação ao primeiro bimestre de 2025, com destaque para a redução de 47,1% nas compras de semicondutores e aumento de 62,9% nas importações de alumínio em formas brutas.