Empregadores e trabalhadores definem reajuste médio de 6,49% no piso regional de SC
Acesse o nosso Canal no WhatsApp!
Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!
Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.
Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.
Acesse e siga agora:
https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t
E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

Representantes de empregadores e trabalhadores de Santa Catarina chegaram a um acordo, nesta quinta-feira (26), sobre a atualização do piso salarial regional para 2026. O reajuste médio definido foi de 6,49% nas quatro faixas existentes. A proposta será encaminhada ao Governo de Santa Catarina, que deverá elaborar projeto de lei complementar para envio à Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
O entendimento foi firmado por entidades representativas do setor produtivo e dos trabalhadores, mantendo o modelo de negociação direta adotado desde a criação do piso regional, instituído pela Lei Complementar 459/2009. O salário mínimo regional se aplica aos empregados que não possuem piso definido em legislação federal, convenção ou acordo coletivo.
Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (FIESC), Gilberto Seleme, o acordo reforça a tradição de consenso entre as partes. “Pelo 16º ano consecutivo os trabalhadores e empregadores chegam a um consenso sobre a atualização do piso”, afirmou. O coordenador sindical do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos em Santa Catarina e dirigente da Federação dos Trabalhadores no Comércio de Santa Catarina (FECESC), Ivo Castanheira, também destacou a importância da negociação para a recomposição da renda dos trabalhadores.
Pelo acordo, a primeira faixa passa de R$ 1.730,00 para R$ 1.842,00 e contempla trabalhadores da agricultura, pecuária, indústrias extrativas, pesca e aquicultura, empregados domésticos, construção civil e transporte em geral (exceto motoristas). A segunda faixa sobe de R$ 1.792,00 para R$ 1.908,00 e abrange segmentos como vestuário, calçados, têxtil, papel e papelão, comunicação e telemarketing, além do mobiliário. A terceira faixa passa de R$ 1.898,00 para R$ 2.022,00, incluindo indústrias químicas e farmacêuticas, alimentação e comércio em geral. Já a quarta faixa é reajustada de R$ 1.978,00 para R$ 2.106,00, contemplando trabalhadores das indústrias metalúrgica, mecânica e elétrica, setor gráfico, borracha, seguros, condomínios, processamento de dados, motoristas e serviços de saúde.



