Acesse o nosso Canal no WhatsApp!

Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!

Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.

Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.

Acesse e siga agora:

https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t

E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

Imagem: Freepik

Em Santa Catarina, a violência contra a mulher segue em patamar alarmante. Dados do Observatório da Violência Contra a Mulher, vinculado à Assembleia Legislativa de Santa Catarina, apontam 445.225 crimes registrados entre 2020 e 2025 — média de 198,5 casos por dia. Apenas em 2026, considerando dados parciais, já são 6.983 ocorrências, incluindo 3.107 ameaças, 1.759 lesões corporais e cinco feminicídios. Desde 2020, 329 mulheres foram assassinadas no estado, sendo que 85,7% das vítimas de feminicídio não tinham registro prévio de ocorrência contra o agressor.

Implantado em 2021, o Observatório tem como objetivo consolidar dados, subsidiar políticas públicas e monitorar a evolução dos casos. A deputada Luciane Carminatti alerta que os números revelam uma emergência social e que a violência, na maioria das vezes, ocorre dentro de casa, praticada por companheiros ou ex-companheiros. Outro dado preocupante é o descumprimento de medidas protetivas: Santa Catarina é o segundo estado do país com maior taxa de desrespeito às ordens judiciais, com uma em cada quatro medidas sendo violada. A deputada Paulinha defende a criação de novos protocolos de ação para interromper o ciclo que frequentemente começa com ameaças e termina em morte.

O enfrentamento também envolve atuação de instituições como o Ministério Público de Contas de Santa Catarina e a Defensoria Pública, que reforçam a importância do acesso à justiça e da ampliação da rede de proteção. Somente em 2025, foram solicitadas 31.655 medidas protetivas no estado, número que já soma 3.223 pedidos em janeiro de 2026. Em caso de emergência, a orientação é ligar 190; denúncias anônimas podem ser feitas pelo 181 ou pelos canais virtuais da Polícia Civil.