Tragédia nas BRs durante feriado leva parlamentares a cobrar obras federais
Acesse o nosso Canal no WhatsApp!
Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!
Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.
Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.
Acesse e siga agora:
https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t
E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

O retorno das atividades na Assembleia Legislativa de Santa Catarina foi marcado por cobranças ao governo federal após acidentes fatais registrados nas rodovias federais durante o feriado. Parlamentares relataram mortes e apontaram a necessidade urgente de obras estruturantes, especialmente na BR-282 e na BR-101, consideradas estratégicas para a mobilidade e a economia do estado.
O deputado Camilo Martins (Podemos) criticou a falta de avanços na duplicação da BR-282, classificando a rodovia como “rodovia da morte”. Segundo ele, cinco pessoas morreram no feriado e, diante da ausência de recursos para a duplicação, defendeu a concessão como alternativa viável. O parlamentar anunciou que irá propor reunião conjunta entre bancadas regionais para buscar soluções junto ao governo federal.
O grave acidente na BR-101, próximo a Itajaí, também foi destacado pelo deputado Dr. Vicente Caropreso (PSDB), que cobrou obras estruturantes além de investimentos pontuais já realizados. Ele reforçou demandas da Bancada do Norte, como a duplicação da BR-280 até o Porto de São Francisco do Sul. A deputada Paulinha (Podemos) afirmou que o trecho entre Biguaçu e Joinville está em colapso e exige resposta imediata das autoridades federais.
Durante a sessão, Paulinha também abordou um caso de feminicídio ocorrido no Norte do estado, defendendo a criação de novos protocolos de proteção para mulheres em situação de risco. Já o deputado Mário Motta (PSD) destacou a formatura de 24 bombeiros comunitários em São José, enquanto Marquito (Psol) enalteceu o Carnaval catarinense e o trabalho das organizações culturais que mantêm a festa no estado.
Veja mais postagens desse autor

