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Foto: reprodução

Em entrevista concedida na quinta-feira (18/02) e amplamente repercutida, o governador Jorginho Mello voltou a reafirmar o que vem dizendo nos últimos dias: Carlos Bolsonaro e Carol De Toni disputarão as duas vagas ao Senado pelo estado, em chapa pura pelo PL. Em suas palavras, fica evidente ao eleitor que Esperidião Amin está fora de seu projeto, ao menos no que diz respeito ao Senado. Resta saber: quanto vale a palavra de um governador? Talvez nem o próprio Jorginho consiga responder, já que suas definições têm se tornado descartáveis em questão de dias.

Questionado sobre o MDB ainda não ter formalizado o desembarque do governo e sobre as condições do União/PP para permanecer em seu projeto de reeleição, afirmou que tem dialogado com ambos para tê-los na chapa de 2026, ainda que sem protagonismo.
— “Tamo, também, fazendo com que fiquem conosco o União/PP, que estão no governo… então é melhor continuar do que se aventurar e trocar a tropa.”

A fala vai ao encontro da postura subserviente do MDB de Chiodini e do União-PP de Amin. De um lado, o manda-brasa tomou um passa-fora de Jorginho e, mesmo assim, se manteve na estrutura governamental; de outro, Amin esperneia para sustentar sua candidatura, mesmo sendo publicamente desprestigiado.

Jorginho promove o caos e incentiva disputas

Tranquilo diante das indefinições que ele mesmo rege com movimentos, blefes e balões de ensaio, o governador provoca um tsunami eleitoral: ajuda a afundar o barquinho de uns e joga bote salva-vidas para outros.

No cenário atual, o que existe de fato são disputas por protagonismo na chapa de Jorginho, enquanto João Rodrigues permanece ilhado em Chapecó. A pergunta a ser respondida é: MDB e União-PP, ao final, decidirão garantir espaço ou protagonismo? Pelas últimas falas do senador Amin, o recado é de que ele vai se contentar apenas com o bote salva-vidas da Agronômica, abdicando de ser protagonista numa eventual composição de oposição ao atual governador. Disse ele: “Todos saem acidentados em acordos políticos.”

A subserviência e a submissão são características de quem já decidiu que podem até nos enfiar no elevador de serviço, desde que a gente suba junto.

Para encerrar, mais uma metáfora

No fim, o teatro das marionetes disputando protagonismo na chapa do governador pode virar uma carroça de abóboras acomodadas, no sentido literal.