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Após o governador Jorginho Mello decidir escantear o MDB, começou a articulação de uma frente ampla capaz de enfrentar o chefe do Executivo estadual, que, segundo pesquisas recentes, pode vencer a eleição ainda no primeiro turno.

Para liderar essa composição, envolvendo PSD, MDB e o imprevisível União-PP, com possibilidade real de atrair a esquerda em um eventual, embora incerto, segundo turno, será necessário reorganizar as forças políticas e encontrar um nome capaz de aglutinar centro-direita, centro-esquerda e esquerda.

Nesse cenário, o nome de João Rodrigues, em disputa com Jorginho Mello pelo posto de principal representante do bolsonarismo no Estado, não apresenta a flexibilidade discursiva necessária para dialogar com esses diferentes campos políticos. Um posicionamento ideológico rígido não se harmoniza com a lógica de uma frente ampla.

O prefeito de Chapecó, atento ao cenário, já teria compreendido essa limitação. Segundo interlocutores, João estaria disposto a abdicar da candidatura ao governo para disputar uma vaga ao Senado. Confirmado esse movimento, Esperidião Amin dificilmente teria outra alternativa que não fosse recuar para a Câmara dos Deputados, seja integrando a chapa do governador, seja compondo com a frente ampla em construção.

No entanto, as recentes declarações públicas de Jorginho Mello, ao defender uma chapa ao Senado com Carlos Bolsonaro e Carol De Toni, deixaram o recado a Amin inequívoco: não há espaço para sua candidatura ao Senado na aliança governista.

Para o União-PP, continuar na chapa de Jorginho Mello, encolhido e com o rabo entre as pernas, arriscando perder espaço político no governo e cedendo-lhe o maior tempo de TV e rádio sem receber nada em troca, seria aceitar uma derrota antecipada – e até um erro estratégico.

Quanto ao nome que poderá encabeçar a frente ampla, por ora, e por razões de confiança, não há autorização para divulgação. No momento oportuno, esta coluna será, acredito, a primeira a tornar pública a informação.