Demolição de viaduto inacabado em São Francisco do Sul repercute na Alesc
Acesse o nosso Canal no WhatsApp!
Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!
Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.
Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.
Acesse e siga agora:
https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t
E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

A possível demolição do viaduto inacabado localizado na SC-415, em São Francisco do Sul, foi um dos temas debatidos na sessão ordinária da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) nesta quarta-feira (11). A estrutura, iniciada em 2011 como parte do contorno ferroviário do município, teve as obras interrompidas após a identificação de solos inadequados e permanece sem conclusão desde então. Em julho de 2025, o local chegou a ser interditado após a colisão de um caminhão contra o viaduto.
Durante o pronunciamento, o deputado Sargento Lima (PL) afirmou que houve autorização para a retirada da estrutura. “Estivemos em Brasília e conseguimos a autorização para a demolição da mesa de sinuca, que pode cair por cima da cabeça de alguém a qualquer momento”, declarou. O parlamentar também informou que o município deve receber obras de ampliação no quilômetro zero da BR-280, via de acesso ao porto local, com projeto previsto para conclusão nas próximas semanas e execução com recursos portuários.
Outro assunto abordado na sessão foi a situação enfrentada pelos produtores de cebola em Santa Catarina. O deputado José Milton Scheffer (PP) mencionou dificuldades provocadas pelo baixo preço do produto e defendeu medidas como restrições à importação em períodos de crise, além da criação de programas de subsídios e prazos maiores para o pagamento de financiamentos agrícolas.
A sessão ainda teve manifestações sobre o chamado “Caso Orelha”, envolvendo a morte de um cão, e sobre o adiamento do início do ano letivo na rede municipal de Camboriú. O deputado Ivan Naatz (PL) criticou a divulgação inicial das informações pela Polícia Civil, enquanto o deputado Carlos Humberto (PL) comentou que a alteração do calendário escolar ocorreu devido à falta de profissionais, ressaltando que a administração municipal trabalha para regularizar a situação.



