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Carol De Toni foi alçada ao posto de principal ativo das eleições de 2026. A relevância de seu nome segue em escalada progressiva, elevando o nível do jogo e deixando de ser apenas uma disputa local para se tornar um problema de articulação nacional do PL.

Foto: reprodução

Nos últimos dias, todos os movimentos, escolhas e balões de ensaio foram feitos na tentativa de minar ou forçar uma decisão definitiva de Carol De Toni e impor um freio de arrumação para que o governador Jorginho Mello consiga, enfim, colocar o carro na pista, calibrar os pneus e dar ao menos um norte à equipe técnica para esboçar o plano de campanha.

Hoje, PL e União-PP, em nome de uma aliança e reconhecendo a dimensão da importância de Carol, trabalham juntos não apenas para invisibilizar sua candidatura, mas para impedi-la de participar do jogo ao Senado. Não se trata apenas de matar, mas de esconder o corpo. E, quanto mais ela é preterida pelas raposas velhas da política, mais ela cresce.

2030 já está em jogo: De Toni precisa aprender com Nikolas Ferreira

O deputado federal por Minas Gerais já projeta um cenário com o fim da era Lula e da onda bolsonarista.
Nikolas sabe que a polarização tende a perder fôlego no pleito de 2026 e que, sem Lula e Bolsonaro, o cenário para as eleições de 2030 precisa ser explorado desde agora, enquanto o mar ainda está calmo e poucos navegam nessa direção. Esse novo ambiente político não surgirá do nada, sobretudo à direita. Ele será construído por quem compreender o timing perfeito.

Daqui para frente, o bolsonarismo fechado tende a encolher; como movimento difuso, porém, deve sobreviver por um bom tempo. Nikolas não apenas se movimenta nessa transição, como desponta como seu principal protagonista.

Com menor envolvimento em pautas identitárias, discurso mais maduro e menos empenho na defesa pessoal de Bolsonaro, ele passou a ocupar outro lugar no campo político. A Marcha pela Liberdade foi um ato político da direita que já se desloca em sua direção. Nikolas está deixando de ser o escudeiro de Bolsonaro para se projetar como a principal liderança geracional da direita.

De Toni: Ascensão ou queda

O movimento de transição encabeçado por Nikolas precisa ser compreendido por Carol De Toni, guardadas as devidas proporções. Para a deputada federal, esse caminho se torna até mais fácil, à medida que o PL e lideranças de outros partidos, como já foi dito, trabalham não apenas para que ela não seja candidata pela sigla, mas também para que desista de concorrer a uma vaga ao Senado.

Até o momento, Carol mantém sua candidatura contra tudo e contra todos. Não é possível saber o quanto desse posicionamento é estratégico ou apenas blefe.

Do ponto de vista estratégico, ao manter-se no jogo e expor à opinião pública a vontade de muitos em vê-la fora, Carol ganha adesão e cresce politicamente. Além disso, pode, desde já, organizar um grupo político em outro partido, disputar o Senado e, em 2030, num cenário sem Jorginho e Bolsonaro, surgir como uma liderança estadual capaz de promover uma mudança geracional na política catarinense e se colocar como principal candidata ao governo do Estado.

Do contrário, ao aceitar qualquer proposta do partido, enfraquece, encolhe perante a opinião pública, perde votos e enterra sua carreira junto com o bolsonarismo, provando ao Estado que não passava de um quadro comum, devotamente ancorado no movimento bolsonarista, com ascensão e queda meteóricas.

Imagem IA