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Segundo o ex-governador Raimundo Colombo, alguns equívocos na forma como o tema foi veiculado pela imprensa precisam ser esclarecidos. A “dona” do processo de cassação do senador Jorge Seif é a coligação Bora Trabalhar. Portanto, nunca se tratou de uma ação meramente pessoal do então candidato Raimundo Colombo.

Foto: reprodução

O objetivo central da ação é corrigir uma irregularidade que já figura entre os maiores erros eleitorais da história recente de Santa Catarina e que, ao longo do curso do processo, mostrou-se ainda mais prejudicial em termos de representatividade política e de destinação de recursos ao Estado.

A coligação sustenta que a candidatura do ex-governador Raimundo Colombo ao Senado não se deu por vaidade pessoal, mas como parte de um projeto coletivo de representatividade qualificada, voltado aos interesses de Santa Catarina.

No entanto, embora a jurisprudência dos tribunais seja majoritariamente favorável à realização de nova eleição, a coligação Bora Trabalhar defende que, por direito, em caso de cassação do atual senador, a vaga seja atribuída ao segundo colocado no pleito. O ex-governador Raimundo Colombo deseja, tão somente, que a Justiça seja feita e que a cadeira de Santa Catarina no Senado seja ocupada por quem, de fato, represente o Estado.

Futuro político

O ex-governador Raimundo Colombo tem deixado claro a seus aliados que não possui um projeto pessoal de candidatura para 2026. Entretanto, no cenário atual de Santa Catarina, quem reúne experiência, entrega e capacidade de liderar uma chapa forte em contraponto ao governador Jorginho Mello? Raimundo Colombo.

É assim que pensa parte do grupo que hoje está fora da chapa do atual governador. Essa possibilidade surge com certa fervura nos bastidores, ao mesmo tempo em que transita em absoluto silêncio na imprensa – muito em razão de o colunismo catarinense estar perdendo a capacidade de analisar a política para além do ruído das redes sociais.

O mundo digital não é um parâmetro universal para aferir a potência de um candidato; é, como bem define Maurício Locks, apenas uma caixa de ressonância. A fama produzida pelo engajamento não se converte automaticamente em capital eleitoral. História e legado não podem ser apagados como um post no Instagram.

Perfis com muitos seguidores e alto engajamento chamam a atenção, sim. Mas, no caso de Raimundo Colombo, é a história e o legado político que se sentam à mesa de articulação, mesmo sem que ele precise se fazer presente. Quem já foi governador por dois mandatos, eleito no primeiro turno, não se dispõe, por vaidade, a entrar em uma eleição de qualquer jeito. Entretanto, se o projeto for robusto, consistente e eleitoralmente competitivo, não há carreira política tão vitoriosa que não se permita ampliar o próprio legado.

No momento, deixo esse registro pra que consideremos todos os cenários possíveis.