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Imagem: Divulgação

A pecuária de Santa Catarina encerrou 2025 com resultados históricos na produção de bovinos, frangos e suínos, além de avanço nas exportações, consolidando o estado como um dos principais polos de proteína animal do país. O desempenho foi sustentado pela demanda internacional, ganhos de competitividade e eficiência produtiva no campo.

Segundo a Epagri/Cepa, as perspectivas para 2026 são favoráveis, com expectativa de retomada e ampliação de mercados externos, especialmente para a avicultura e a suinocultura, além de possível fortalecimento do consumo interno, influenciado pela valorização da carne bovina e pela melhora da renda. O acordo entre Mercosul e União Europeia é avaliado como positivo no médio prazo para todos os segmentos.

Na bovinocultura, o estado registrou abate recorde de 761,3 mil cabeças em 2025, alta de 11,2% em relação ao ano anterior, com predominância de fêmeas, indicando mudança no ciclo pecuário. As exportações brasileiras de carne bovina também atingiram recorde, com 3,46 milhões de toneladas, enquanto Santa Catarina exportou 2,67 mil toneladas. Para 2026, a expectativa é de menor oferta de animais e preços sustentados, embora haja incertezas no mercado externo.

A avicultura catarinense alcançou produção recorde de 910,5 milhões de frangos, com exportações de 1,20 milhão de toneladas e faturamento histórico de US$ 2,45 bilhões. Apesar da queda nos preços no atacado, o setor mantém projeção positiva para 2026, condicionada à manutenção do controle sanitário e à reabertura de mercados como China e União Europeia.

Na suinocultura, Santa Catarina liderou as exportações nacionais, respondendo por mais de 50% do total embarcado pelo Brasil, com 748,8 mil toneladas e receita de US$ 1,85 bilhão. A produção estadual também bateu recorde, com 18,3 milhões de suínos. Para 2026, o cenário segue positivo, com custos sob controle, demanda externa firme e atenção a possíveis restrições em mercados específicos.