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foto Itapoá/Divulgação

Em um passado não muito distante, a Prefeitura de Itapoá foi protagonista em denúncias do Ministério Público com a Operação Mensageiro, o maior escândalo envolvendo corrupção envolvendo prefeito na história catarinense. Em Itapoá, acabou em renúncia e prisão do então prefeito reeleito Marlon Neuber (PL). Agora o alvo é a Câmara de Vereadores, onde o MPSC descobriu que um funcionário concursado para o cargo de copeiro recebeu salários que ultrapassaram a R$ 23 mil por mês no ano passado, tudo graças à adicionais sem relação direta com o cargo (copeiro).

Conflito de interesses

A investigação descobriu algo inusitado: o próprio funcionário integra uma comissão que julga procedente ou não os adicionais aos servidores. No seu caso todos foram deferidos. Em resposta ao portal “Itapoá.News”, a Câmara de Vereadores garantiu que “os pagamentos seguem normas vigentes e que a recomendação (do MPSC) está sendo analisada com prioridade”.

A decisão pode vir de Brasília

O cenário de 2026 em Santa Catarina poderá sofrer alterações de acordos entre as cúpulas partidárias em Brasília. Deve se repetir o que aconteceu em 2002 na eleição para governador, quando o PSDB jurava que teria candidato e se recusava a apoiar Luiz Henrique (MDB). Um acordo realizado entre as bancadas e lideranças do MDB e PSDB em Brasília forçou Leonel Pavan a não mais repetir que seria candidato e a manifestar seu apoio ao prefeito de Joinville.

Candidatura única da oposição

Pode estar se consolidando uma candidatura única de oposição à Lula, principalmente em razão das pesquisas eleitorais com os baixos percentuais de alguns governadores (exceto o de São Paulo). Um dos mais ardentes governadores anti-PT é o mineiro Romeu Zema (NOVO). Se ele embarcar no projeto, o que provavelmente acontecerá, o sonho do NOVO em lançar candidato a governador em Santa Catarina ficará inviabilizado. Uma fonte próxima ao prefeito Adriano Silva (NOVO) garante que ele está aguardando a definição nacional e, sobretudo, o caminho de seu “guru” Romeu Zema, que continua afirmando que será candidato à presidência.   

O exemplo de Rio do Sul

Estacionamento rotativo é uma receita municipal que deve ser compartilhada com entidades sociais. O maior exemplo deste modelo vem de Rio do Sul, onde em julho começa a terceirização do sistema. O Departamento de trânsito ficará com 30% da receita líquida que caberá ao Município e os 70% serão divididos entre a Apae, Lar da Menina, Renal Vida e Associação das Pessoas com Autismo.

Foto. Maior fábrica está em Joinville

Mais 320 vagas

Maior fabricante de linha branca da América do Sul (principalmente de refrigeradores) a multinacional Wirlpool vai promover um feirão de empregos na sua principal unidade, a de Joinville. A grande maioria (330) será de temporários, que é o “vestibular” para ser contratado pela empresa. Recentemente, a multinacional anunciou reformas em seu refeitório em parceria com a Sodexo, a multinacional francesa que é líder global em terceirização de refeições. Em Joinville, ela atende três das maiores indústrias.

Eleição na Celesc

No início de fevereiro vai acontecer a eleição para diretor-comercial da Celesc, cargo que é privativo de alguém eleito pelo voto direto de todos os servidores da empresa. Deverá acontecer uma disputa entre a capital e o interior, já que dois candidatos (Evandro de Paula Santos e Orli Osvaldo do Carmo) são de Florianópolis e Wagner Vogel é de Joinville.

Coordenador com experiência

Em princípio, os sindicatos que abrangem os servidores da Celesc estão neutros. Licenciado da gerência-regional de Joinville para se dedicar à campanha, Wagner tem como coordenador Eduardo Cesconetto, que ocupou o cargo por dois mandatos após vencer as duas eleições.

Onde a polarização é outra

Em Campo Alegre, a polarização política não é entre bolsonaristas e lulistas e sim entre os apoiadores do prefeito Rubens Blaszkowski (PSD) e seus adversários do MDB. Os dois grupos são conhecidos com “Mão Azul” (PSD) e “Pé Vermelho” (MDB). Alguns carros circulam com um dos símbolos nos vidros. A disputa entre PSD e MDB vem desde a eleição de 2020, quando Alice Grosskopf (MDB) venceu Sebastião Kons (PP) por apenas cinco votos. Rubens era o prefeito reeleito e apoiou seu vice Kons.

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