Acesse o nosso Canal no WhatsApp!

Criamos um canal oficial no WhatsApp — e você já pode fazer parte!

Mais agilidade, mais bastidores, mais DENÚNCIAS direto no seu celular.

Sem grupos, sem conversas, só informação exclusiva, com a credibilidade do SCemPauta.

Acesse e siga agora:

https://whatsapp.com/channel/0029Vb6oYQTEgGfKVzALc53t

E NÃO ESQUEÇA DE ATIVAR O SININHO PARA RECEBER TUDO EM TEMPO REAL!

Foto: Arquivo particular/Redes sociais/Mais de 10 advogados atuaram na defesa e irão recorrer

Tribunal do Júri considerou grupo culpado por tentativa de homicídio

Foram mais de 10 advogados na defesa, mas nenhum dos 10 integrantes de uma torcida organizada do Joinville Esporte Clube foi considerado inocente. Todos receberam penas entre oito a 13 anos em regime fechado por agressão e tentativa de homicídio ocorridos na noite de 20 de fevereiro de 2022. Em sua sentença, o Juiz João Carlos Santos revela mais detalhes sobre as vítimas e seus agressores.

Clássico de Belém

Um grupo de paraenses radicados em Joinville estavam assistindo pela TV o clássico entre Remo e Paysandu quando foram surpreendidos pela invasão com violência pelo grupo. De acordo com testemunhas citadas na sentença, um grupo de mulheres e crianças se escondeu na cozinha. Quando eles lá tentaram entrar, Gleiciane Rodrigues – a esposa do proprietário da loja de conveniência – tentou impedi-los e recebeu um chute na perna. Detalhes: ela estava grávida e no local também estava outra mulher com seu bebê de três meses no colo.

25 dias em coma

O caso só foi levado a júri popular porque foi configurado tentativa de homicídio. A vítima foi Wellington Gleidson do Nascimento Santos. Atingido por uma barra de ferro na cabeça, ele caiu e continuou sendo agredido por um “objeto de madeira”, assinala o Juiz João Carlos Franco. Levado ao hospital, permaneceu 25 dias em coma. Durante depoimento em juízo, Wellington afirmou estar cego do olho esquerdo, com movimento do corpo prejudicado. Seu pai foi obrigado a se mudar para Joinville para ajudar no sustento de suas filhas (9 e 5 anos), filho de sete anos e um bebê de dois meses.

Os 10 condenados

Entre os condenados estão dois irmãos da família Baia. Os réus foram condenados com penas que variam de 13 a oito anos. A grande maioria em regime fechado. Um no semiaberto e outro em “regime inicial aberto”. O grupo esteve em Jaraguá do Sul acompanhando um jogo do JEC e depois se dirigiram até o Bairro Aventureiro, onde na rua Antônio Jorge Ceccin estavam os torcedores de Remo e Paysandu. Alguns solicitaram “gratuidade da Justiça”, mas o Juiz negou. Um deles, justificou o magistrado, havia feito uma viagem internacional.

Curtas

– Faleceu quinta-feira (28) o ex-vereador de Joinville Nivaldo Ceolin, conhecido como “Nivaldo Paraná”. Ele estava morando em Barra Velha, onde tinha uma loja de material de construção.

– Nivaldo foi eleito pelo PSDB com a maior votação da 11ª Legislatura (1989-1992). Na eleição de 1998 teve 2.467 votos.

– O vereador Kiko da Luz teve participação importante na decisão da Celesc em doar uma extensa área no entorno da Usina do Piraí para o futuro Parque Municipal.

– Kiko é servidor aposentado da Celesc e o futuro parque municipal é uma das prioridades de seu mandato.

– O ex-diretor comercial da Celesc por dois mandatos e atual gerente regional da empresa em Joinville Eduardo Cesconetto vem recebendo convites para concorrer em 2026.

– Em mensagem à coluna, não descarta e nem confirma. Lembrando que o diretor comercial da Celesc (por estatuto) é eleito pelo voto direto dos servidores.

– Em Joinville, a Celesc teve representante na Câmara de Vereadores. Antes do Kiko, o servidor Jocélio Girardi exerceu a vereança por dois mandatos.

Fale com o colunista pelo WhatsApp (47)999644082

Ou pelo e-mail luizverissimoscempauta@gmail.com