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De Nadal e PL conversam hoje sobre eleição da Alesc; Indicado para a Celesc é pró-privatização; A nomeação nada técnica para o IMA entre outros destaques

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O final de semana foi de troca de telefonemas sobre a presidência da Assembleia Legislativa. Mesmo com a garantia de que já tem o maior número de votos, Mauro De Nadal (MDB) ainda tenta fechar com a bancada do Partido Liberal.

Hoje haverá um encontro entre algumas lideranças liberais com De Nadal e, a ideia é chegar a um acordo para que o PL anuncie apoio ao emedebista. Ontem conversei com algumas lideranças liberais. O líder, Ivan Naatz, me disse que já foi apresentada uma pauta a qual, se for atendida, selará o acordo pretendido por Mauro. “ Quem quiser os votos do PL tem que tratar o partido com o tamanho e importância que ele tem. Vencemos a eleição sozinhos, mas não vamos governar sozinhos, buscamos parceiros. Já fizemos um gesto de não termos candidato à presidência para compor com outras siglas. Isso significa divisão de espaços e importância política”, afirmou Naatz.

Lembrando que há entre os deputados estaduais eleitos pelo PL, uma indicação de voto em Zé Milton Scheffer (Progressistas), Naatz destaca que os liberais sempre se mantiveram abertos ao diálogo com Mauro De Nadal. “Nesta segunda e terça-feira vamos encontrar o melhor caminho para o PL, não há nada definido ainda”, disse.

Já outras duas lideranças praticamente fizeram uma mesma leitura, mas pediram para não ter o nome citado. De acordo com eles, se por um lado, não interessa a De Nadal disputar contra o PL, por isso, trabalha pela construção de um consenso, por outro, não se alinhar ao projeto do emedebista é um jogo arriscado para os liberais que sairiam derrotados. É por isso que o provável encaminhamento do encontro de hoje deve ser pelo entendimento.

Conforme escrevi na semana passada, quem torce logo para esse desfecho é o governador, Jorginho Mello (PL). Para quem ainda pensa que ele poderia entrar no jogo colocando o peso da máquina do Estado, para definir a eleição na Alesc, não sabe o tamanho da encrenca que ele construiria. Caso vencesse, ganharia perdendo, pois construiria uma robusta oposição que travaria o seu governo.

Espaços na mesa

Um dos pedidos do PL ao deputado estadual, Mauro De Nadal (MDB), é ter dois espaços na mesa diretora da Assembleia Legislativa. Vice-presidência e uma outra vaga. Presidência de algumas comissões também está na pauta. A questão é que os liberais também têm questões internas a resolver. Primeiro será com a deputada Ana Campagnolo (PL), que reivindica o direito de ser apontada para o cargo de vice, atendendo a um acordo interno no PL em que, o mais votado, teria o direito ao maior cargo do partido na mesa. A questão é que os liberais não contavam com as resistências de outros partidos ao nome de Ana. Resta saber se o PL bancará a defesa da parlamentar, sob o risco de alguma outra bancada lançar outro nome para concorrer, ou se apontará os nomes de Nilso Berlanda e Carlos Humberto, que já estão circulando nos bastidores.

Parte do PL

O que também pode acontecer, caso o PL feche um acordo hoje com Mauro De Nadal (MDB), é que os liberais levem a maioria para o lado do emedebista, mas não todo o PL. Acontece que a ala mais ideológica, a exemplo da própria Ana Campagnolo, Sargento Lima e Jessé Lopes, podem insistir num apoio a Zé Milton Scheffer, caso o deputado do Progressistas mantenha a sua candidatura.

Sem preocupação

Conversei com uma liderança do Progressistas, sobre a situação do deputado estadual, Zé Milton Scheffer, que não conseguiu os votos necessários para presidir a Assembleia Legislativa. De acordo com a fonte, é do jogo a tentativa de Zé Milton, que é uma liderança experiente. Sobre a possibilidade de isolamento, o progressista disse não acreditar, pois, o clima na Alesc não é de uma disputa feroz, além disso, lembra que a sua bancada terá o espaço das minorias fazendo com que o partido ocupe cadeiras nas comissões.

Celesc privada?

A Casa Civil do Governo do Estado enviou ofício ao conselho da Celesc, indicando Tarcísio Rosa para o cargo de diretor presidente da companhia. Rosa foi quem assumiu a presidência da Eletrobrás Distribuição Amazonas que, em 2018, acabou sendo privatizada. Vale lembrar que Ênio Branco, era o nome preferido do empresário Lírio Parisotto e da Energias de Portugal, maior acionista privado da Celesc. Ambos defendem a mudança do controle acionário para a iniciativa privada. O governador Jorginho Mello (PL) foi aconselhado a não indicar Branco, justamente por ser o diretor da empresa portuguesa. Algumas conversas ocorreram nos bastidores e o nome de Tarcísio chegou para Jorginho, como quem tem condições de preparar a Celesc para a mudança de controle. Vale lembrar que durante a campanha, Jorginho prometeu aos servidores da Celesc que manteria a empresa sob controle público.

Tarcísio no Amazonas

Tarcísio Rosa não só trabalhou pela privatização da Eletrobrás Distribuição Amazonas, que em 2018 virou Amazonas Energia, como também atuou forte como garoto propaganda da venda da empresa. O primeiro resultado da venda, foi um aumento considerável no valor da conta ao consumidor. Vale destacar que a empresa foi arrematada, sem disputa, pelo consórcio Oliveira Energia/ Atem, que pagou apenas, R$ 50 mil pela aquisição. Foi esse o valor do lance sem deságio, no caso, sem incluir a redução de tarifa aos clientes. Já na assinatura do contrato, o consórcio teve que aportar R$ 49 milhões, além de assumir uma dívida de cerca de R$ 2,2 bi. O detalhe é que boa parte da dívida teria sido absorvida pela Eletrobrás.

Capital

A tramitação da revisão do Plano Diretor de Florianópolis será simultânea nas comissões de mérito e, a sua primeira votação está prevista para acontecer no dia 20 de março, três dias antes do aniversário de 350 anos de Florianópolis. O presidente da Câmara, João Cobalchini (UB), destacou a responsabilidade que o legislativo tem em resolver os problemas históricos da cidade, além do presente em uma data comemorativa para o município.

Nada técnico

O governador, Jorginho Mello (PL), nomeou Nelson de Oliveira, síndico do camelódromo de Balneário Camboriú, para o cargo de superintendente regional de Itajaí, do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA). Ser ligado ao camelódromo não é problema, a questão é a falta de experiência. A “coincidência” é que ele é suplente de vereador pelo PL, partido de Jorginho.

Plantio de florestas

Polo nacional na produção de madeira, Santa Catarina contará com um projeto para incentivar o plantio de florestas e, assim, aumentar a capacidade produtiva do estado. As discussões para a criação do Plano Estadual de Florestas Plantadas começaram na semana passada, durante reunião do secretário de Estado da Agricultura, da Pesca e do Desenvolvimento Rural, Valdir Colatto, com o presidente e o diretor-executivo da Associação Catarinense de Empresas Florestais (ACR), Jose Mario Ferreira e Mauro Murara Júnior.

Nossos colunistas

Confira a coluna do Paulo Gouvêa

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