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Carlos Moisés da Silva Daniela Reinehr Dário Berger Gean Loureiro Jair Bolsonaro João Rodrigues Jorginho Mello Moacir Sopelsa

O motivo da não posse de Sopelsa no Governo; A movimentação dos candidatos entre outros destaques

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Ao conversar com lideranças emedebistas durante o final de semana, recebi com detalhes os motivos que podem impedir o presidente da Assembleia Legislativa, Moacir Sopelsa (MDB), de assumir o Governo do Estado interinamente.

Enquanto o governo através de assessores informais tenta emplacar que a vice-governadora, Daniela Reinehr (PL), seria o empecilho, o fato maior tem a ver com a campanha de Moisés que tenta a reeleição.

Antes, é preciso dizer que Daniela realmente ameaça assumir, caso Moisés se afaste, porém, essa é vista como uma dificuldade menor e de possível solução, no entendimento das fontes que ouvi. Vale lembrar que se ela assumir, mesmo que por um dia, estará fora da eleição. A vice-governadora é candidata a deputada federal.

Voltando a Moisés, o governador ao se filiar ao Republicanos, teria pedido R$ 8 milhões para o custeio da campanha. De fato, esse número em dado momento chegou a ser acertado, porém, o partido decidiu reduzir drasticamente os valores, sendo que dos R$ 8 milhões solicitados por Moisés, somente R$ 4 milhões foram colocados à disposição. Para piorar ainda mais, o dinheiro vem para o estado carimbado, sendo R$ 3 milhões para os candidatos a deputado federal e, apenas, R$ 1 milhão para a majoritária.

Ao saber do valor que lhe seria destinado, Moisés esbravejou com o partido, incluindo o presidente estadual, deputado Sérgio Motta. Exigiu que pelo menos, R$ 5 milhões fossem destinados para a sua campanha, porém, a executiva nacional do Republicanos deu de ombro e não atendeu ao pedido. Fontes próximas ao Governo consultadas no final de semana, na condição de ter o nome preservado, admitiram que a campanha apresenta problema de caixa.

Tendo em vista a dificuldade de arrecadar para a campanha, a solução encontrada foi a que já está nas mãos. Em conversa fechada o núcleo duro definiu que a solução seria a de reduzir os gastos alinhando, ou criando agendas de governo para que coincidam com a programação de campanha. Desse modo, será possível seguir usando a estrutura do Estado, a exemplo do avião e do helicóptero, sem provocar questionamentos.  

Na semana passada, Moisés quis aproveitar o convite para a posse do ministro Alexandre de Moraes na Presidência do Tribunal Superior Eleitoral, para tentar uma agenda com o presidente nacional do Republicanos, deputado Marcos Pereira. Não foi possível saber se o governador conseguiu se encontrar com o líder de seu partido.

Uma fonte lembrou que a preocupação de Moisés com a questão financeira não é de hoje. Quando negociava a sua ida para o Republicanos, exigiu o comando das finanças do partido no estado, além da presidência, a qual tentou tirar de Sérgio Motta, alegando que não confiava no parlamentar. Vale lembrar que foi o próprio Motta que levou Moisés para conversar com Pereira em Brasília, com o objetivo de filiá-lo, tanto, que a direção nacional chegou a definir o comportamento do governador como “deselegante”. Posteriormente, o próprio Sérgio Motta admitiu publicamente o fato.

Todo esse cenário, fez com que o marqueteiro da campanha de Moisés assumisse a conversa com Moacir Sopelsa, sobre assumir o Governo. Partiu de Alexandre Oltramari, o aviso de que Moisés não abrirá o espaço. A alegação, não foi a financeira, mas, sim, a de que o slogan “Aqui já tem governador”, poderia se tornar motivo de crítica caso Moisés se licenciasse.

Normalidade

A ordem no governo é tentar transparecer o máximo de normalidade a respeito do assunto. Conforme divulguei na sexta-feira, um interlocutor do governo foi enviado ainda na quinta-feira passada de manhã, após a divulgação da minha coluna, para conversar com Moacir Sopelsa na Presidência da Assembleia Legislativa. A ideia é manter um discurso único para evitar qualquer desgaste público. Resta saber, se após a repercussão negativa dentro do MDB, se o governo voltará atrás e construirá o espaço pra Sopelsa assumir, ou se manterá a decisão de não abrir.

Faltou habilidade?

O presidente da Assembleia Legislativa, Moacir Sopelsa, é uma das lideranças históricas do MDB. De bom trato, é conhecido pelo bom relacionamento com lideranças dos demais partidos e, dentro do MDB, é visto como apaziguador. Partiu dele, a construção do nome do ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler, para ser o vice na chapa do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), tirando Antídio Lunelli do páreo. Quando decidiu construir a solução que garantiu um vice na chapa de Moisés, ouviu do próprio governador a promessa de que lhe seria aberto um espaço para governar. Seria o fechar com chave de ouro, afinal, Sopelsa ao ser indicado para presidir a Alesc, decidiu não disputar a eleição, por isso, dentro do MDB a sua posse para um mandato interino era esperada como um gesto de homenagem para uma de suas maiores lideranças.

Ato na Serra

Organizado pelo candidato ao Senado, Raimundo Colombo, a coligação Bora Trabalhar! (União Brasil, PSD e Patriota), realizou um evento para 1.200 pessoas em Lages. O candidato a governador, Gean Loureiro (UB), a vice Eron Giordani (PSD), entre outras lideranças participaram do encontro. O prefeito de Lages, Antônio Ceron (PSD), abriu as falas destacando que está com Loureiro. O candidato ao Governo destacou que Lages deu sorte na arrancada da campanha de Colombo para o governo em 2010. “Se deu sorte na tua, vai dar na minha”, destacou o ex-prefeito de Florianópolis.

Esquerda na estrada

A Coligação Frente Democrática em Santa Catarina (PT, PSB, PCdoB, PV e Solidariedade) inaugurou no sábado (20), o Comitê Lula, Décio e Dário em Chapecó, em um ato marcado pela defesa do ex-presidente Lula. Diante de lideranças políticas e da militância, o candidato ao governo, Décio Lima (PT), afirmou que, enquanto os defensores da democracia se uniram, o campo do bolsonarismo se fragmentou em outras candidaturas.

Amin no Sul

O candidato ao Governo do Estado, Esperidião Amin (Progressistas), esteve ontem no Sul do Estado. No período matutino, Amin tomou o famoso café da manhã da tia “Bimba”, tia do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB). Também estava presente o pai de Salvaro e lideranças da região, como o candidato a deputado federal, Valmir Comin (Progressistas). Salvaro citou que o café da sua tia é “pé quente”. Segundo ele, quem toma café da manhã por lá vence a eleição. Em seguida, Amin participou da Feira AgroPonte – Agronegócio e Agricultura.

Apoio a Seif

O candidato ao Senado, Jorge Seif Júnior (PL), lançou oficialmente sua candidatura no sábado (20). Entre os presentes estavam parte dos candidatos a Deputado Federal e estadual do PL, o candidato ao Governo do Estado, Jorginho Mello (PL), e sua candidata a vice, Delegada Marilise (PL), além de figuras do cenário político e empresarial, como Luciano Hang e o prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (Podemos), que é um dos coordenadores da campanha.

Humberto em campanha

Ainda no sábado (20), também ocorreu em Balneário Camboriú a “Caravana do 22”, do candidato a deputado estadual, o vice-prefeito de Balneário Camboriú, Carlos Humberto (PL). Na semana passada ele lançou sua candidatura em Florianópolis e nesta semana fará o lançamento em São José. “Agradeço o apoio de todos de Balneário Camboriú nessa caminhada. Tenho certeza que farei muito mais pela nossa cidade e região com o seu voto na Alesc. Agora é 22 de cima para baixo”, disse o candidato.

Campanha e homenagem

O lançamento da candidatura de Leandro Sorgatto (MDB) para deputado federal, foi realizado no sábado, em Xaxim, junto com homenagem ao aniversário de seu pai, Gelson Sorgatto, que na vida pública foi prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e secretário de Estado. O lançamento teve a presença de cerca de 1,5 mil pessoas.

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