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Alesc Antídio Lunelli Carlos Moisés da Silva João Rodrigues MDB

Os bastidores da reunião do MDB; Vaga ao Senado pode envolver acordo para o TCE; Ciro deu aval ao PDT para aliança com o PT em SC entre outros destaques

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O governador Carlos Moisés da Silva (Republicanos) comemorou ontem em Içara, o apoio do MDB, considerando como um dia histórico para o estado. Porém, ainda não há informação se conversou com o ex-prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli (MDB), indicado para ser o seu vice na chapa.

É certo que muita explicação ainda terá que ser dada ao governador, sobretudo pelas questões que Antídio falava contra Moisés e seu governo, porém, lideranças do partido defendem que faz parte da política e que já é assunto superado. O processo de escolha passou pela desistência de Antídio que anunciou que não disputaria mais o Governo do Estado, mas se colocou como uma possibilidade para ser o vice. O ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler, que estava na mesa próxima, onde estavam sentados Antídio e o presidente estadual do partido, deputado Celso Maldaner, chegou a sussurrar que também gostaria de ser o vice, mas não levou adiante.

Quando o nome de Antídio começou a receber algumas defesas, o ex-governador Paulo Afonso Vieira, chegou a questionar se Moisés estaria de acordo em ter o ex-prefeito como seu vice. A partir daí foi iniciada uma nova discussão até que houve o entendimento de que não cabe ao governador escolher o vice, que essa decisão é exclusiva do partido.

O que chamou a atenção, é que até mesmo deputados estaduais que eram contra uma candidatura de Antídio Lunelli ao Governo do Estado, apoiaram o seu nome para vice. A conta é simples, espaço. O ex-prefeito de Jaraguá não poderia disputar a Federal e nem ao Senado, por ser dono de emissoras de rádio. Neste caso, se não sobrasse o cargo de vice na chapa, ele disputaria uma vaga na Assembleia Legislativa, sendo considerado um forte pretendente a uma das vagas do partido no parlamento. Mesmo que desse uma ajuda para a legenda, poderia tirar um dos deputados que disputam a reeleição.

Outro ponto que ficou notório para as fontes com quem conversei, foi o descontentamento do deputado federal, Carlos Chiodini, pelo fato de não poder disputar ao Senado, já que o Norte está representado por Antídio. A leitura feita por uma liderança, é que se Antídio for o vice de Moisés, o próximo candidato do partido a governador será o ex-prefeito, o que tira Chiodini do cenário majoritário, pelo menos por 8 anos.

Definida a questão do vice na chapa do governador, agora será a vez do Senado. Ontem mesmo, Celso Maldaner marcou a reunião que definirá a segunda vaga dada por Moisés ao partido. Na próxima segunda-feira (27), a partir das 14h30, o assunto entrará em pauta no encontro que acontecerá na sala dos Ingleses do Hotel Castelmar em Florianópolis. O local é costumeiramente usado pelos emedebistas.

Já a outra pauta é a definição da data da convenção estadual, para a homologação dos nomes à majoritária, as coligações e a nominata proporcional. Conforme já divulguei, Maldaner deve propor a antecipação da convenção que até então, está marcada para 5 de agosto. No encontro da próxima semana, ele deve propor uma data entre os dias 22 e 23 de julho.

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Senado e TCE

Na próxima segunda-feira (27), ou o MDB bate o martelo e indica o candidato ao Senado, sendo que um dos pretensos candidatos é Celso Maldaner, que tem uma possível candidatura condicionada a saída de sua esposa do cenário, a ex-prefeita de Maravilha, Rose Maldaner, pré-candidata a uma vaga na Assembleia Legislativa. Também há uma expectativa para saber se o partido pode abrir para o PSDB, neste caso, podendo haver um acordo para que o deputado estadual, Marcos Vieira, seja o candidato ao Senado, tendo o ex-prefeito de Joinville, Udo Döhler (MDB), como primeiro suplente. Seria uma forma de abrir o campo para que Vieira não seja um empecilho para as pretensões de Luiz Fernando Vampiro, que deseja uma vaga no Tribunal de Contas do Estado. A ideia é antecipar uma das aposentadorias no TCE.   

Curiosidade

Ao final do encontro do MDB uma assessora de comunicação teria sido questionada, sobre o envio das informações à imprensa. Ela respondeu que já havia passado para outro colunista, mas comentou que eu já havia publicado, o que demonstra que a coluna possivelmente não receberia a informação. Também durante a reunião, o deputado federal, Celso Maldaner, comentou que a reunião nem havia ocorrido e que, eu já tinha a informação do que aconteceria e, de fato. Na manhã de segunda-feira, divulguei que seria apresentado o nome de Antídio Lunelli a vice e do próprio Maldaner ao Senado. O líder emedebista me questionou em tom de brincadeira: “Quem é a fonte? KKKK”.

Duodécimo

Na semana passada divulguei que o Governo do Estado está tentando identificar quem plantou uma nota, colocando os poderes na berlinda por causa do duodécimo. A intenção da nota foi a de constranger, sobretudo o Judiciário. O fato é que a pessoa apenas externou um desejo do governo de Carlos Moisés da Silva (Republicanos), que não é de hoje, de reduzir o repasse aos demais poderes.

Duodécimo e o discurso fácil

Bater no duodécimo é querer jogar para a torcida um assunto sério, através de um discurso fácil que carece de uma análise real. Vale lembrar que o repasse está na Constituição justamente para garantir o funcionamento dos poderes de forma independente. Portanto, não é favor algum o repasse do Executivo, pelo contrário, é dar aos poderes a exemplo do Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas, as condições necessárias para atender ao pagador de impostos, ou seja, a população. Portanto, o governo não pode querer concentrar às custas da precarização desses poderes, mais recursos para cooptar prefeitos. Tirar dinheiro do Judiciário, por exemplo, é negar lá na ponta ao cidadão, o acesso a uma justiça ágil e de qualidade.

Descontentamento

O ex-presidente da Fetrancesc, Ari Rabaiolli, é pré-candidato a deputado federal pelo Partido Liberal. Acontece que ele não gostou nada, ao saber que Zé Trovão também se filiou ao seu partido para se candidatar. Pessoas próximas me contaram que Rabaiolli reclamou pelo fato de não ter sido informado anteriormente, que o agitador também disputaria.

Ciro deu aval

O presidente estadual do PDT, Manoel Dias, afirma que o pré-candidato à Presidência da República, Ciro Gomes, deu o aval para que os trabalhistas em Santa Catarina se unam ao PT. Além do apoio à pré-candidatura de Décio Lima (PT) ao Governo do Estado, Dias reafirmou que a vaga ao Senado é do PDT. Esse posicionamento joga o PSB para a condição de vice de Lima, caso os socialistas queiram estar na majoritária.

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Barragens

O deputado estadual, Ivan Naatz (PL), presidente da Comissão de Turismo e Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, participou da reunião do Fórum Parlamentar Catarinense com o ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, e a direção da Fundação Nacional do Índio (Funai), bem como prefeitos. Durante o encontro que teve como pauta a discussão em torno das portarias de demarcação das terras indígenas em Santa Catarina, Naatz solicitou a agilização dos procedimentos burocráticos federais que estão travando a recuperação da Barragem Norte, de José Boiteux, considerado o principal sistema de contenção de cheias da região do Vale do Itajaí.

Romper o contrato com a Casan

O prefeito de São José, Orvino Coelho de Ávila (PSD), admitiu como uma última medida, romper o contrato de concessão com a Casan, caso a obra da ETE Potecas não saia do papel. “Estou cético com relação à Casan. Meu histórico com a empresa como vereador, não é nada contra as pessoas, mas a entidade tem um débito com o município enorme e espero que vá para frente. Resolver nós vamos, de um jeito ou de outro”, afirmou. Orvino destacou que a construção da ETE Potecas é uma pauta de sua gestão. “É inadmissível que você tenha uma fratura exposta no meio da cidade numa região para onde São José vai crescer”, desabafou o prefeito, em relação ao atual sistema de tratamento de esgoto, que exala mau odor que se espalha por toda a região, chegando inclusive no Shopping Continente.

BR-470

Em reunião do Fórum Parlamentar Catarinense, ontem, o deputado federal Rogério Peninha Mendonça (MDB) levou ao atual ministro da Infraestrutura, Marcelo Sampaio, a situação da BR-470. Além de pedir urgência nas obras de duplicação e manutenção, a pauta foi a ponte de Pouso Redondo e a ponte entre Ibirama e Apiúna.

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