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Decisão de João Rodrigues pode sinalizar desistência de Hang; Colombo e Jorginho se fortalecem; Deputados de olho na viabilidade de Antídio entre outros destaques

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A antecipação do anúncio do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), de que não irá disputar a eleição ao Governo do Estado, pode ser a revelação de que o empresário, Luciano Hang, também se anunciará fora do pleito.

Quando uso a palavra “antecipação”, é que Rodrigues planejava fazer o anúncio apenas amanhã, após conversas que teriam sido marcadas para hoje em Florianópolis. O que chama a atenção, é que, mesmo após o não do prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), Rodrigues avaliava nos bastidores a possibilidade de se manter na disputa, desde que Hang continuasse no projeto, no caso, o vice poderia vir depois.

Uma fonte me disse que a viagem à Itália teria mudado os planos do empresário dono da Havan. No velho Continente os filhos e a esposa o teriam convencido a declinar da ideia de ser candidato, para se dedicar à família e aos negócios. Se isso realmente irá acontecer, não é possível afirmar 100%, mas o fato é que a antecipação da desistência de Rodrigues é sintomática.

O que será importante observar é o Day After, ou seja, o dia seguinte ao fim de um projeto que mexeu com todo o cenário catarinense. João Rodrigues, Clésio Salvaro e Luciano Hang, não imaginavam que a repercussão de uma possível chapa seria tão boa para eles. De Norte a Sul, surgiram os apoios para que realmente realizassem o projeto, agora, terão que lidar com a decepção que causaram a esses apoiadores. O que esse não, pode representar em relação ao futuro político de ambos, já que foi um balde de água fria num eleitorado que estava quieto, diante de uma fria movimentação dos então pretensos candidatos ao Governo?!

Algo que também não está sendo avaliado por alguns nomes, é que o cenário muda e talvez o maior exemplo disso, seja o senador Esperidião Amin (Progressistas). Em 2018 ele despontava como o principal nome nas pesquisas pré-eleitorais, porém, diante do sequestro político do Progressistas feito pelo então deputado estadual, Gelson Merisio, para viabilizar o seu projeto ao Governo do Estado, Amin ficou de fora e perdeu a sua grande chance de voltar ao comando do Estado. No momento atual, já não tem o mesmo desempenho nas pesquisas que tem sido apresentadas. Portanto, recuar agora prevendo um projeto futuro, é flertar com a incerteza, já que poucas coisas são tão voláteis quanto o cenário político.

Jogo do Poder

Os meus entrevistados de hoje no programa O Jogo do Poder nas rádios Jovem Pan News de Florianópolis e Criciúma, a delegada regional de Joinville, Tânia Harada, pré candidata a deputada federal, e o ex-governador, Raimundo Colombo (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado. O programa vai ao ar às 16h. Além de ouvir no rádio, você também pode nos assistir através da Panflix, ou do perfil Jovem Pan Floripa no YouTube.

Quem ganha?

O ex-governador, Raimundo Colombo (PSD), saiu fortalecido de todo o processo envolvendo uma possível aliança que contava com o prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), na cabeça. Repito o que já escrevi: o gesto de Colombo de abrir espaço para Rodrigues tentar se viabilizar, deram ao ex-governador uma nova condição, a de ter o PSD unido a seu favor. Colombo sai forte do processo e agora entra no cenário para valer, tanto, que ontem em passagem pela Assembleia Legislativa conversou com o presidente estadual de seu partido, deputado Milton Hobus, sobre os próximos movimentos.

Jorginho de volta

Quem ficaria extremamente enfraquecido no processo eleitoral, caso tivesse sido formada a superaliança liderada pelo prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD), seria o senador, Jorginho Mello (PL), pré-candidato ao Governo do Estado. A partir da desistência de Rodrigues, o senador começa a recuperar campo, principalmente entre o eleitorado bolsonarista, devendo se consolidar como a grande força da direita. Jorginho só precisa saber trabalhar esse cenário, o qual reabre de forma a cativar o eleitorado, o que não significa ficar tirando foto com arma em punho. As pessoas querem saber o que ele propõe de fato, para o constante desenvolvimento de Santa Catarina.

Geovânia foi apresentada

O nome da deputada federal, Geovânia de Sá (PSDB), chegou a ser oferecido para vice do prefeito de Chapecó, João Rodrigues (PSD). Mulher, evangélica e conservadora, Geovânia é vista por alguns como um nome que tem as características que se encaixam nos discursos de Rodrigues. Além dos predicados, Geovânia teria o poder de atrair o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro (PSDB), para ter uma participação ativa no processo eleitoral.

Insiste no erro

Encerradas as conversas sobre um possível projeto com o prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, o PSDB precisa acordar para a realidade e se posicionar frente ao processo político que se impõe. O partido não abre um espaço real para Vinícius Lummertz se colocar como pré-candidato de fato, ao Governo do Estado, o que o impede de sentir o cenário e de ser visto pelos demais partidos e pela sociedade. Enquanto insistir em colocar nomes que não se firmarão no cenário, a exemplo do ex-governador, Leonel Pavan, que sonha em ser prefeito de Camboriú, os tucanos jogam fora qualquer possibilidade de estar na majoritária, o que demonstra que o PSDB catarinense não tem mais as mesmas pretensões de outrora, a exemplo dos membros do partido em São Paulo e Minas Gerais, que sempre querem o protagonismo.

De olho na viabilidade

Integrantes da bancada estadual do MDB me confidenciaram que, mesmo com a renúncia do prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, nada está definido. Entendem que é preciso aguardar até agosto, pois, segundo os parlamentares, Antídio não deverá se viabilizar. Neste caso, o nome do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), voltaria com força para uma possível composição, muito embora, a ala pró-Antídio num caso de desistência do ainda prefeito, tentaria impor o nome do deputado federal, Carlos Chiodini.

Constâncio vai

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (UB), informou à coluna que Constâncio Maciel, atual Secretário da Fazenda e braço direito de Gean, há anos, é pré-candidato a deputado estadual. Sobre a informação de que sua esposa, Cintia Loureiro, poderia buscar uma vaga na Alesc, o prefeito afirma que não está em cogitação, ou seja, que não pensa na possibilidade.

A paz

Desafetos de anos, parece que a paz está reinando no PSD de São José entre a ex-prefeita, Adeliana Dal Pont, e o ex-deputado estadual, Mário Marcondes. Adeliana chegou a condicionar a sua permanência no partido, à saída de Marcondes, mas, uma conversa acertou os pontos de divergência.

Esmeraldino a estadual

Há quem diga que o secretário executivo de Articulação Nacional do Estado, Lucas Esmeraldino, após insistir para se manter no Republicanos, poderá disputar uma vaga a deputado estadual. Esmeraldino queria o Senado, mas teve que mudar a direção para tentar se eleger.

E o Avante?

Que fim levou o Avante em Santa Catarina? Comprometido com o governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), o deputado federal de Minas Gerais, Luis Tibé, ainda aguarda o desfecho do compromisso firmado entre ele e o governador. O que será do Avante aqui no estado?

Falta de ética

A Câmara de Florianópolis aprovou em primeira votação, um projeto de lei de autoria do vereador, Afrânio Boppré (PSOL), que regula a falta de ética dos vereadores. Diferente de outros legislativos, na Capital ainda não tem uma regulamentação específica para casos de falta de ética e processos de quebra de decoro parlamentar. “Quando necessário, era utilizado o decreto-lei presidencial 201 de 1967 referenciado no Ato Institucional nº 4, herança da ditadura militar”, afirmou Boppré.  

Fabrício na proporcional

O prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (Podemos), frente ao cenário estadual, poderá anunciar ainda nesta semana a sua desistência de disputar ao Governo do Estado, para tentar uma vaga a deputado federal. A informação surgiu de fontes próximas a Fabrício.

Paulinha no Podemos

A deputada estadual, Ana Paula da Silva, a Paulinha, deve assinar a ficha de filiação ao Podemos entre hoje e amanhã. A parlamentar leva com ela o seu esposo, o prefeito de Bombinhas, Paulo Müller, o Paulinho, que é pré-candidato a deputado federal.

Clenilton

Ontem o Norte do estado foi pego de surpresa com a decisão do prefeito de Araquari, Clenilton Pereira (PSDB), de não renunciar. Pereira que era um dos nomes mais promissores da região Norte, para tentar uma vaga na Assembleia Legislativa, ficará de fora da eleição. Há quem diga que ele permanecerá no comando do município, mas que renunciará no último ano, para tentar se viabilizar na disputa à Prefeitura de Joinville. A questão é saber se a lei que trata da questão do chamado prefeito itinerante, permitirá a movimentação.

Novela do ICMS

Ontem a retirada de pauta da votação sobre a derrubada dos vetos do governador, Carlos Moisés da Silva (Republicanos), sobre o ICMS das bebidas e alimentos vendidos em bares e restaurantes, ao mesmo tempo que pareceu ruim para o setor liderado pela Abrasel, por outro, salvou a manutenção da discussão, pois, mesmo sem o governo estar articulado na Alesc, ontem, haviam mais votos para manter o veto à redução do tributo. Com o temor de afetar os alimentos, a exemplo do leite e do trigo, seis líderes de bancada resolveram assinar um pedido para a retirada de pauta. O governo segue irredutível contra a redução do ICMS das bebidas, mas já estaria dando alguns sinais sobre o diálogo a respeito de outros itens. O presidente do parlamento, deputado Moacir Sopelsa (MDB), defendeu a retirada, pois dessa forma, se terá mais tempo para tentar construir uma solução com o governo, inclusive a respeito das bebidas. O fato é que por mais legitimo que seja o pleito da Abrasel, é preciso entender que o governo já tem preparada uma Ação Direita de Inconstitucionalidade (ADI) para derrubar a redução no Supremo Tribunal Federal, o que cessaria o assunto por um bom tempo.  

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