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Alesc Angela Amin; Antídio Lunelli Carlos Moisés da Silva Celso Maldaner Clésio Salvaro Dário Berger Facisc Gean Loureiro Ideli Salvatti Jorginho Mello Mauro De Nadal Moacir Sopelsa Paulinho Bornhausen Rogério Peninha Mendonça Sérgio Alves

Movimentações de Maldaner são criticadas pela bancada estadual do MDB; Clésio quer prorrogação de mandato no PSDB; Moisés repensa o futuro partidário entre outros destaques

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Os deputados estaduais do MDB observam os movimentos do presidente estadual do partido, o deputado federal Celso Maldaner, que mais uma vez visita as bases. Para o momento, a decisão é de não haver exposição e aguardar o retorno dos trabalhos da Assembleia Legislativa, que acontece na próxima semana.

No próximo dia 2 de fevereiro, o deputado estadual Moacir Sopelsa (MDB), assumirá a presidência do parlamento, no cumprimento de um acordo com o atual presidente, Mauro De Nadal (MDB), que renunciará o comando da Casa. A sessão terá início por volta das 14h e, já está sendo organizada uma reunião na sala da presidência da Alesc, assim que encerrarem os trabalhos em plenário. Será o início de uma movimentação da bancada que não abre mão de participar ativamente da construção do projeto emedebista.

Ontem conversei com alguns parlamentares que se mostraram insatisfeitos com os movimentos de Maldaner. Um chegou a concordar com o que escrevi nesta semana que, o líder emedebista atua como um cabo eleitoral do prefeito de Jaraguá do Sul, Antídio Lunelli, não como um presidente de partido.

Nos bastidores, deputados reclamam que não foram convidados para o roteiro que está sendo percorrido por Maldaner. Alguns atribuem o desejo do presidente emedebista de visitar as bases sem os parlamentares, justamente para dar o encaminhamento que deseja ao partido. Também questionam o fato de Maldaner considerar que o senador, Dário Berger, já está fora. “Ele (Maldaner) já determinou a candidatura do Antídio sem nos comunicar. Visitar as bases sem nos convidar foi arquitetado de caso pensado”, acusou um deputado. Já outro parlamentar considerou um desrespeito, enquanto que um terceiro deputado considera o roteiro como legítimo, desde que decisões não sejam tomadas sem ouvir a bancada.                                                                         

Todas as falas mostram que tem faltado sintonia entre parte da direção do MDB e, os deputados estaduais que exigem mais diálogo. “A nossa bancada se reúne na semana que vem, será um bom momento para definirmos de que forma vamos reagir a algumas coisas que vem ocorrendo no MDB”, afirmou um deputado.

Em relação a Antídio Lunelli, que voltou a percorrer o estado, uma das lideranças me disse que se a candidatura do prefeito apresentar viabilidade, a bancada não se furtará a conversar. “Mas terá que apresentar viabilidade real”, destacou.

Quando questionei se a vontade de estar com o governador, Carlos Moisés da Silva (sem partido), continua, ouvi de uma liderança que a bancada está fechada com ele, enquanto outro parlamentar entende que mesmo havendo uma simpatia mútua e, um reconhecimento aos gestos feitos pelo governador ao MDB, que ainda há algumas questões que precisam ser superadas, no caso, em qual partido Moisés estará na eleição. “Teremos uma certa dificuldade de apoiá-lo em outro partido, mas vamos continuar conversando”, disse um parlamentar.

Moisés repensa

Uma fonte relatou que o governador, Carlos Moisés da Silva (sem partido), já começa a descartar o Avante como futuro partido. Ele ainda não tomou uma decisão definitiva, mas teria sido convencido de que não conseguirá agregar partidos ao seu projeto de reeleição, principalmente o MDB.

MBL e Jorginho no Jogo

Hoje Lyrion Silva do Movimento Brasil Livre (MBL), e depois, o senador Jorginho Mello (PL), pré-candidato ao Governo do Estado, serão os meus entrevistados no programa O Jogo do Poder, nas rádios Jovem Pan News de Florianópolis 103,3 FM, e Jovem Pan News de Criciúma 101,5 FM. As entrevistas terão início às 16h. Nos ouça pelo rádio, ou assista na Panflix, ou através do perfil Jovem Pan Floripa no Youtube.

Rodovias

Ontem a deputada federal, Angela Amin (Progressistas), junto a outros parlamentares catarinenses, se reuniu com a direção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), de Santa Catarina. Foi feito um relato da situação das obras nas rodovias federais. Técnicos do DNIT colocaram que a dificuldade de entendimento entre o Governo Federal e o Governo do Estado, além da não aprovação do orçamento federal de 2021, ainda em 2020, fizeram com que as obras não tivessem o ritmo aguardado. Ela deverá levar os relatos ao ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, em reunião que deve ter a data confirmada ainda hoje. A parlamentar disse que a bancada catarinense trabalhará para recuperar os valores que Santa Catarina perdeu.

Facisc se manifesta

O presidente da Federação das Associações Empresariais de Santa Catarina (Facisc), Sérgio Alves, disse que as 149 associações empresariais e as mais de 35 mil empresas associadas, receberam com muita indignação e preocupação o corte de R$ 43 milhões para obras estruturantes no estado. “Novamente somos prejudicados na composição orçamentária federal. Esperamos uma reação mais contundente dos nossos representantes políticos e que alguma medida compensatória seja feita”, afirmou. No documento lançado nas eleições de 2018, “O que SC precisa? ”, que conta com mais de 700 demandas da classe produtiva que compõem o Programa Voz Única, 47,15% destacaram a importância de investimentos na área de infraestrutura.

SC é o maior beneficiado

É o que afirma o deputado federal, Rogério Peninha Mendonça (MDB), ao falar sobre obras federais em infraestrutura. De acordo com o parlamentar, Santa Catarina é o estado mais beneficiado pela União. Peninha destaca que somente para a BR-470, o Governo Federal destinou no Orçamento deste ano, R$ 84,8 milhões, valor que aumentou para R$ 102 milhões graças as emendas parlamentares.

Ideli e a esquerda

Uma das maiores lideranças do PT de Santa Catarina, Ideli Salvatti, em entrevista que me concedeu ontem na Jovem Pan News de Florianópolis e Criciúma, disse entender que o fato do senador, Dário Berger (MDB), estar prestes a se filiar ao PSB, não o coloca como um futuro candidato da esquerda em Santa Catarina. Ideli disse que é preciso analisar um Dário sem a estrutura do MDB. Além disso, ela reforça a posição do presidente estadual do PT, Décio Lima, a quem ela considera como um grande nome para liderar a esquerda na disputa ao Governo do Estado. Mesmo assim, Ideli entende que é possível discutir com o PSB uma composição onde terá espaço para todos.

Crítico a Moisés

Paulinho Bornhausen, que é pré-candidato ao Senado, também participou ontem do programa O Jogo do Poder. Uma das maiores lideranças do Podemos em Santa Catarina, Paulinho criticou o governo de Carlos Moisés da Silva (sem partido). Segundo ele, o Plano 1000 não atende a critérios de equidade. Outro ponto que chamou a atenção, é que mesmo destacando a pré-candidatura do prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira, ao Governo do Estado, Paulinho deixou claro que a União Brasil com o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro, é um importante parceiro para o seu partido. Ele destacou ainda, que o Podemos também conversa com o PSD, com o Progressistas e que se reunirá com o PSDB.

Sem convenção

O prefeito de Criciúma, Clésio Salvaro, é contra a ideia de seu partido, o PSDB aqui no estado, realizar uma eleição neste ano para definir a sua próxima executiva. Salvaro quer esticar o prazo e deixar apenas para o próximo ano. Ele defende que o prefeito de Concórdia, Rogério Pacheco, permaneça na presidência estadual.

MBL em SC

No próximo dia 29 em Palhoça, um grupo de jovens catarinenses darão a largada na refundação do Movimento Brasil Livre no estado. Eles estão alinhados com a direção nacional do Movimento, que tem como principais expoentes lideranças de São Paulo, a exemplo do deputado federal, Kim Kataguiri (DEM), o deputado estadual, Arthur do Val, conhecido como Mamãe Falei e o vereador Rubinho Nunes, além de estrategistas conhecidos como Renan Santos, coordenador Nacional do Movimento. A ideia dos catarinenses é replicar o modelo paulista por aqui. Estão na liderança das ações os coordenadores Jean Sergio Vieira, Juliano Augusto Leopoldo, Marcos Roberto Longo Molina, Samuel Chang, Matheus Ribeiro Nunes de Oliveira, Mateus Batista, Bruno Borges, Roberto Gonçalves de Freitas, João Luiz Almeida, Lyrion Matheus da Silva, Eduardo Bisotto, Luiz Henrique Quintino Azzolini, Mariela Gavlik Rocha e Jonas Claudino Marcelino.

O Jogo do Poder

Se você não acompanhou ontem o programa O Jogo do Poder que apresento diariamente a partir das 16h, nas rádios Jovem Pan News de Florianópolis 103,3 FM, e de Criciúma 101,5 FM, pode conferir agora. Os entrevistados foram Ideli Salvatti (PT) e Paulinho Bornhausen (Podemos).

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