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Setores de eventos, bares e restaurantes pedem socorro; Senado cria a CPI da Covid e amplia investigações para estados e municípios; Pautas do comércio e da indústria em debate na Fiesc

Em Brasília e em Santa Catarina os setores de eventos, bares e restaurantes pedem apoio dos governos.

No Palácio do Planalto, o senador Jorginho Mello (PL), presidente da Frente Parlamentar das MPEs, articulou reunião com o presidente Bolsonaro para tratar de apoio a estes setores. Bolsonaro pediu à equipe que destrave pautas das Micro e Pequenas Empresas para acelerar socorro à estas áreas, responsáveis pela geração de 12 milhões de empregos

Entre estas pautas está o Pronampe (Programa Nacional de Amparo às Micro e Pequenas Empresas), BEm (Benefício Emergencial), Perse (Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos), MEI Caminhoneiro e Marco do Reemprendedorismo.

Participaram da reunião os ministros Paulo Guedes, da Economia, Onyx Lorenzoni da Secretaria Geral da Presidência, Ministra Flávia Arruda, da Articulação da Secretaria de Governo e o senador Welington Fagundes (PL-MT).Também representantes do Sebrae, Confederação Nacional das Micro e Pequenas Empresas (Conampe), Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) Associação Nacional de Restaurantes (ANR), Associação Brasileira de Pormotores de Eventos (Abrape), Associação Brasileira de Salões de Beleza, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e Associação Brasileiras de Viagem (Abrav).

Em Santa Catarina os representantes das casas de shows, músicos e eventos estiveram com a governadora Daniela Reinehr que determinou que o Centro de Operações de Emergências em Saúde (Coes) analise as reivindicações da categoria.

A secretária de Saúde, Carmen Zanotto, reconhece que o setor de eventos é um dos mais afetados pela pandemia e garantiu que técnicos já estão avaliando as reivindicações.

Nesta quinta-feira (15) o Coes deverá se reunir e colocar o assunto em discussão.

Senado cria a CPI da Covid e amplia investigações para estados e municípios

O assunto é nacional, mas terá repercussões em estados e municípios e, esperemos, não atrapalhe o combate efetivo da pandemia. O Senado Federal vai investigar ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia e o colapso da saúde no Amazonas e, também, a aplicação de recursos federais por estados e municípios.

Nesta terça-feira (13), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, leu o requerimento apresentado pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) para a criação da CPI da Covid e decidiu apensar o requerimento do senador Eduardo Girão (Podemos-CE) para ampliar as investigações.

A abertura da CPI atente a medida cautelar expedida pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou ao presidente do Senado a criação e instalação da comissão.

A Comissão Parlamentar de inquérito terá onze membros titulares e sete suplentes e tem prazo de duração inicial de 90 dias.

Pautas do comércio e da indústria em debate na Fiesc

Marcada para esta manhã, na Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), reunião para debater as pautas do comércio e da indústria de Santa Catarina. A reunião foi articulada pelo vice-presidente da Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc), deputado estadual Nilso Berlanda (PL), que também é empresário, a pedido do presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas de Santa Catarina (FCDL), Ivan Tauffer.

Estão sendo aguardados o presidente do Badesc, Eduardo Alexandre Corrêa de Machado, o recém-empossado secretário de Estado da Fazenda, Rogério Macanhão, além dos presidentes das sete entidades que compõem o Conselho das Federações Empresariais de Santa Catarina (COFEM).

“Queremos estreitar o diálogo com os órgãos do governo a fim de discutir reduções, parcelamento e adiamento de impostos, abertura de linhas de crédito especiais sem muita burocracia”, justifica Berlanda.