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Ana Caroline Campagnolo Carlos Moisés da Silva Dário Berger Fernando Krelling Jesse Lopes Maurício Eskudlark

Jessé Lopes acusa Moisés de querer expulsá-lo do PSL, governador recebe líderes do setor produtivo, PSB não quer Dário Berger entre outros destaques

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Destaque do Dia

A decisão de expulsar os deputados estaduais, Jessé Lopes e Ana Caroline Campagnolo, gerou uma crise sem precedentes no PSL catarinense. É impossível saber de que forma o partido sairá do imbróglio causado pelo governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), que não aceitou as críticas dos parlamentares e pediu a cabeça dos dois.

Moisés segue rechaçando a busca por entendimento através do diálogo, prefere o confronto direto. Se realmente fosse um estadista, teria tentado conversar com Jessé e Ana Caroline para apaziguar a situação, mas, para isso, o governador teria que abrir mão de parte de suas convicções e ceder para tentar um acordo. Acontece que não é esse o seu perfil, pelo contrário, está mais para “ame ou deixe-o”.

Por outro lado, é preciso dizer que Moisés não errou só. A direção estadual do partido através do deputado federal, Fábio Schiochet, teria que ter colocado um freio no autoritarismo do governador, mostrando que o PSL prima pela democracia, não pela autocracia. Em suma, Schiochet perdeu a chance de mostrar liderança e, que na condição de presidente consegue administrar uma crise ao ponto de não deixar que a legenda se enfraqueça.

Quanto a executiva nacional, pior ainda, pois o presidente nacional, Luciano Bivar, e o seu vice, Antônio Rueda, simplesmente se curvaram ao desejo do governador chegando ao ponto de criar uma similaridade com o caso do deputado federal, Alexandre Frota, também expulso do PSL, por divergência com Bolsonaro.

Agora o partido em Santa Catarina vai sangrar pelos próximos 40 dias. De um lado, Jessé e Ana Campagnolo tentarão reverter a situação para evitar a expulsão, de outro, Moisés e a sua sede de vingança. Só que o governador ainda corre um grande risco, pois, se os deputados conseguirem escapar da expulsão, caberá ao governador engolir quieto e assumir uma derrota que o enfraquecerá sobremaneira dentro do partido. Neste caso, poderá caber a ele uma única alternativa que é pedir para sair.

Recuo

Ao final da noite de ontem a direção estadual do PSL, enviou uma nota explicando que somente foi decidido apurar no Conselho de Ética do partido, denúncias contra os deputados estaduais, Jessé Lopes e Ana Caroline Campagnolo, sem citar a decisão pela expulsão e nem os “denunciantes”, negando o óbvio, que o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) foi quem pediu a expulsão dos parlamentares. O fato é que a decisão foi tomada na reunião de ontem, porém, a expulsão somente não se concretizou pelo fato de ter que passar pelo Conselho, o que ainda não aconteceu. Mas a nota é reveladora, pois, mostra que a direção do partido sentiu a pressão da militância pesselista que se revoltou com as possíveis expulsões, tanto que mudaram de ideia e não mencionaram a expulsão.

Jessé reage

Conversei com o deputado estadual, Jessé Lopes (PSL), que afirmou categoricamente que o governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), foi quem arquitetou o pedido de sua expulsão do partido. “Sei exatamente quem arquitetou isso e, agora quer tirar o corpo fora. Ele tomou a decisão errada, com as pessoas erradas e na hora errada”, disse Jessé, completando que Moisés quer fugir da culpa pelo ato, jogando a responsabilidade sobre a executiva nacional.

Relação na Alesc

Quanto a sua relação com o Governo do Estado na Assembleia Legislativa, o deputado estadual, Jessé Lopes (PSL), me disse que seguirá da mesma forma. Segundo ele, não irá misturar as coisas e quando precisar votar com o governo, se estiver convicto da aprovação de algum projeto, que o fará. Jessé também afirmou que vai lutar para ficar no PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. “Eu tenho orgulho de estar no PSL. Não sou eu que estou destoando do partido”, afirmou, dando uma indireta a Moisés.

Sem líder

O governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), pode ter acordado hoje sem ter um líder na Assembleia Legislativa. As fortes declarações do deputado estadual, Maurício Eskudlark (PL), chamando Moisés de teimoso por manter a taxação dos defensivos agrícolas e dizendo que está incomodado, torna evidente que o parlamentar não tem mais nada a fazer na condição de líder. Manter um casamento de aparências é só arrastar o tempo para tentar adiar o inevitável, por isso, é questão de pouco tempo para que alguém tome a decisão de mudar. Saindo Eskudlark, ganham força os nomes de Valdir Cobalchini (MDB) e Vicente Caropreso (PSDB) para assumir a liderança.

Aumento de imposto

Esse é o panfleto que começará a ser distribuído pela Associação Brasileira de Bares e Restaurante (Abrasel), aos clientes do food service. A ideia é atingir em um dia, cerca de 20 mil comércios. A entidade que alertar a população do aumento da alimentação ocasionada pela decisão do Governo do Estado, de tirar a isenção do ICMS.

Reunião

O governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), recebe hoje as 13h30 na Casa D’Agronômica, os representantes do agronegócio. Sem entrar em detalhe, o secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, disse que está confiante que haverá um acordo, porém, se há esperança que o setor aceitará qualquer percentual de taxação, o recado já foi dado por uma importante liderança. “Nem meio porcento nós aceitaremos de aumento”, afirmou. Não havendo entendimento, a Assembleia Legislativa pautará na próxima semana o projeto de sustação de atos do Executivo, devolvendo a isenção a todos os setores.

R$ 29 milhões

A Procuradoria Geral do Estado garantiu a exigência da cobrança de R$ 29 milhões do imposto ICMS de uma empresa do ramo de papel localizada no Planalto Norte, que ingressou com ação questionando a notificação fiscal para pagamento. No processo, ficou comprovado que a empresa havia inserido indevidamente no livro fiscal créditos de ICMS para reduzir o valor do imposto a ser pago mensalmente. Em decisão desta semana, o Tribunal de Justiça entendeu que a cobrança por parte do Estado é legítima.

Sem Dário

A direção nacional do PSB se manifestou após a coluna ter noticiado que o senador, Dário Berger (MDB), estaria sendo sondado para se filiar no partido. A nota afirma que o PSB não deseja ter Dário em suas fileiras, principalmente pelas pautas que ele defende, a exemplo da reforma da Previdência. Já quanto a Djalma Berger, a direção também não o quer, lembrando que ele deixou inúmeras dívidas quando presidiu os pessebistas em Santa Catarina.

Somar Oeste

Essa importante entidade elegeu a nova diretoria na região Oeste. O advogado Thiago Etges é o novo presidente, tendo como 1⁰ vice, Fernando Santin; 2º vice, Márcio Stakonski e 1º secretário, Douglas Breu. Secretário adjunto é Sérgio Wallner, tesoureiro, Sergio Capelari e tesoureiro adjunto, Edson Piana.

Declaração forte

 De acordo com o colega, Toninho Neves de Joinville, numa tentativa de descolar sua imagem do prefeito, Udo Dohler (MDB), o deputado estadual Fernando Krelling verbalizou forte em entrevista por telefone ao apresentador Marinho Borba na Rádio Colon AM na manhã de ontem. Ao ser cobrado por obras prometidas e não realizadas pelo prefeito, Krelling foi enfático: “Não posso ser responsabilizado por ações do prefeito. Não sou fantoche do prefeito. Tenho vontade própria”, afirmou de forma surpreendente.

Foi além

O deputado estadual, Fernando Krelling (MDB), disse mais: “Tem gente que diz que sou o carrinho do controle remoto do prefeito. Não sou. Não posso ser responsabilizado pelo que acontece de bom ou de ruim com o prefeito. Tenho sonho de ser prefeito de Joinville em 2020 ou 2024. Uma hora vai acontecer. Está na mão de Deus”, disse. Mesmo elogiando Udo pela honestidade e pelo trabalho na Saúde e Infraestrutura, deixou claro que seguirá o seu próprio caminho.

PRB de Chapecó

De olho nas eleições do próximo ano, o Republicanos Chapecó, que já elegeu um vereador na cidade, Neuri Mantelli, está intensificando o trabalho para a disputa eleitoral. Conforme o presidente da Executiva Municipal, Patrick Monteiro, a intenção é lançar uma candidatura para disputar a Prefeitura e, ao menos, 32 candidatos a vereador. No comando do partido há oito meses, Monteiro ainda coordena o partido no Oeste. Desde o início do ano ele organiza a sigla em cinco microrregiões: São Miguel do Oeste, Chapecó, Xanxerê, Concórdia e Joaçaba.

Ivandro em Brasília

Pré-candidato a prefeito de Joinville, o empresário Ivandro de Souza esteve em Brasília com o presidente, Jair Bolsonaro (PSL). Segundo Souza, foi um dia de festa para o setor da construção civil, devido aos financiamentos que poderão ser indexados ao IPCA ficando mais barato para o brasileiro com mais obras e mais empregos. “Todos ganham”, disse.

Café da manhã

Hoje as 08h participo aqui em Brasília a convite da Acaert, de um café da manhã com o presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL).

Pesca

Estevão preside a Comissão da Pesca

O governador Carlos Moisés da Silva (PSL) confirmou ao deputado estadual, Felipe Estevão (PSL), que preside a Comissão de Pesca da Assembleia Legislativa, que receberá representantes do Sindipi (entidade patronal), Sitrapesca (trabalhadores) e o próprio parlamentar hoje às 11h. A pauta principal do encontro será a lei gaúcha das 12 milhas, que fere de morte a pesca de arrasto de Santa Catarina. A notícia foi dada pessoalmente por Estevão aos presidentes do Sindicato da Indústria de Itajaí (Sindipi), Jorge Neves, e do Sindicato dos Trabalhadores nas Empresas de Pesca de Santa Catarina (Sitrapesca), José Henrique Pereira. Pela primeira vez, os segmentos patronal e laboral da pesca estão unidos por um objetivo comum, convergência construída por Estevão.

Moeda Verde

A 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4) julgou ontem, os embargos de declaração de quatro réus da Operação Moeda Verde. Esgotados os recursos em segundo grau, o tribunal oficiará a primeira instância e os réus passarão ao cumprimento da pena.  A Operação deflagrada pela Polícia Federal em maio de 2007, investigou o pagamento de propina a servidores públicos para obtenção de licenças ambientais e de autorizações de empreendimentos irregulares em Florianópolis, mais especificamente na praia de Jurerê Internacional.

Como ficaram os julgamentos:

Hélio Scheffel Chevarria, gerente do Grupo Habitasul para todos os empreendimentos de Jurerê Internacional, teve os embargos de declaração conhecidos em parte, tendo sido fixado então o início do cumprimento da pena em regime semiaberto;

Francisco Rzatki, ex-presidente do Fundo de Apoio aos Municípios do Estado (Fundam), teve o recurso provido para que conste no acórdão e em outros documentos do processo que foi absolvido por unanimidade do crime de corrupção passiva;

Não foram conhecidos os recursos de André Luiz Dadam, servidor aposentado da Fatma, e de Juarez Silveira, ex-vereador de Florianópolis. Ainda devem ser julgados na próxima semana os embargos de declaração do servidor da Secretaria de Urbanismo, Rubens Bazzo.

Os embargos de declaração são um recurso pelo qual as partes pedem esclarecimento de uma decisão proferida quando se considera que há alguma dúvida, omissão, contradição ou obscuridade.

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