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Governo Moisés sem motivo para comemorar, esquerda se anima com Berger, setor produtivo promete mobilização para sensibilizar o governo catarinense entre outros destaques

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Destaque do Dia

Carlos Moisés da Silva (PSL), o bombeiro que num piscar de olhos se tornou governador de Santa Catarina, graças a uma eleição verticalizada onde quem votou em Jair Bolsonaro (PSL) para a presidência da República, apertou no 17 mesmo sem conhecer o candidato imaginando que fosse uma extensão do voto nacional, assumiu o cargo com o crédito que deve ser dado aos novatos.

Marinheiro de primeira viagem, inspirou em todos o entendimento de que lhe seria necessário um tempo para entender a gestão pública e começar a governar. Porém, o tempo foi passando e a cada mês que passa, temos a compreensão de que Santa Catarina está nas mãos de quem ainda não entendeu a responsabilidade de um cargo de governador e de como se portar como tal.

Alguém disse que Moisés tem que comemorar os seus primeiros meses de governo, será? Bom, a Saúde virou alvo de ações no mínimo questionáveis. Sob a alegação de que a lei que obrigava um investimento mínimo de 15% no setor tinha vício de origem, o governo a derrubou no Supremo Tribunal Federal através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, mesmo caminho dado à emenda do deputado estadual, José Milton Scheffer (Progressistas), que garantia a aplicação de no mínimo, 10% do Fundo Estadual da Saúde aos Hospitais Filantrópicos, que atendem a cerca de 70% da população catarinense.

Por causa de Moisés, pelo menos R$ 180 milhões deixarão de chegar aos hospitais independentemente de como estiverem as finanças do Estado, porém, a vontade de fazer propaganda política, fez com que ele resolvesse destinar R$ 190 milhões para os mesmos hospitais sob o discurso falacioso de que economizou e, por isso, estava repassando o valor.

Se por um lado o governador acertou em cheio ao estabelecer critérios justos para a distribuição de recursos aos hospitais baseado na produtividade, o que nenhum outro governador fez, por outro, tirou a garantia de que os hospitais seguirão recebendo os recursos. Vale dizer que a advocacia Geral da União se mostrou contrária a ação do governo.

Para piorar, mesmo cheio de contas para pagar na Saúde, negou a criação de um Fundo dos Poderes que o ajudaria a pagar as contas do setor da Saúde. Capitaneados por Júlio Garcia (PSD), a Assembleia Legislativa, o Judiciário e o Tribunal de Contas ofereceram ajuda, porém, Moisés ignorou a primeira proposta, mas, aceitou os R$ 118 milhões destinados na semana passada e nem agradeceu aos demais poderes. Sabe para onde vai esse valor? Vai para a Saúde.

Além disso, burlando a lei ao seu bel prazer, Moisés sancionou cerca de 30 projetos de lei com vício de origem, todos, com parecer pela Procuradoria Geral do Estado pelo veto devido a inconstitucionalidade, mas, parece que, quando o interesse do governador está em jogo, a lei é só um detalhe.

Quanto a redução de pessoal, onde está? Anunciou que saíram 2.054 cargos efetivos, sendo que o Estado mantém 2.999 cargos. Como o governo catarinense não tinha mais de 5 mil servidores, que conta é essa que não fecha?

Agora, por fim, a polêmica do aumento de impostos que poderá inviabilizar todo o nosso setor produtivo. Ainda está no prazo para a apresentação, votação, sanção e publicação o projeto do rescaldo, que fará justiça aos setores que ficaram de fora da lei anterior, porém, Moisés segue teimando contra e até o momento não fez menção alguma de que apresentará a proposta. Isso somente beneficia os estados do Rio Grande do Sul e do Paraná que ficarão em vantagem em relação aos nossos produtos. Será que um governo desses tem algo a comemorar?

As bravatas de Moisés

Confesso que não assisti muitos episódios de Game of Thrones, mas em um deles foi ensinada uma lição que cabe muito bem ao governador, Carlos Moisés da Silva (PSL). “Qualquer homem que diz “eu sou o rei” não é um rei verdadeiro”. O verdadeiro poder vem de onde as pessoas acreditam que vem senhor governador, não de onde você diz que vem. Saiba senhor Moisés que os melhores líderes são seguidos com base na vontade coletiva, não porque eles dizem que são o chefe, mas o poder e a influência vem de lugares e de forma natural, muitas vezes inesperada. Para entender onde quero chegar, assista esse vídeo e tire as suas próprias conclusões.

E a comunicação?

A assessoria de comunicação de um governador, que o permite criar um alter ego de super homem está falhando e feio. Estão incutindo na cabeça de Carlos Moisés da Silva (PSL) a ideia de que ele é um intocável, que é superior a qualquer outro reles mortal e que pode reinar a seu bel prazer sem questionamento. É uma assessoria super protetora que não o deixa falar com quem o questiona e critica, mas abre espaço para bajulação. É o mais puro retrato de quem não quer um jornalismo de verdade, apenas confete. O SCemPauta tem tentado entrevistar o governador há meses, e fica sendo enrolado em um jogo de empurra entre o secretário de Estado da Comunicação, e a assessoria direta de Moisés. Falham, não cumprem com a obrigação para a qual são bem remunerados, pois, estão negando aos inúmeros leitores desta coluna o direito de terem acesso a uma entrevista com o governador. Continuem assim, até que chegue o momento em que uma criança gritará: Olha lá, o rei está nu!! O conto de Hans Christian Andersen não poderia ser mais apropriado ao governador Moisés.

Brincando com fogo

Fontes alertam que Carlos Moisés da Silva (PSL) poderá enfrentar uma das maiores greves já enfrentadas por um governador catarinense, caso não sancione o projeto que prorroga as isenções do ICMS para vários setores, atingindo em cheio o setor produtivo. Caminhões e tratores vão parar o estado prometem.

Deve vetar

Uma fonte relatou que o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, deixou a entender que o governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), irá vetar o projeto aprovado pela Assembleia Legislativa, que prorroga os efeitos das isenções de ICMS aos setores que não foram atendidos pela nova lei. Até o momento, nada de oficial.

Esquerda se anima

 A informação divulgada pela coluna que o senador Dário Berger (MDB) anda sendo assediado pelo PSB, animou alguns partidos de esquerda, que sonham em construir uma frente progressista para a eleição de 2022 ao Governo do Estado. Tem quem fale numa chapa com Berger na cabeça e algum nome do PT de vice.

Filiações de tucanos

Na manhã de ontem o PSDB de Santa Catarina apresentou aos coordenadores um conjunto de ações estruturadas e planejadas visando as eleições municipais. Foi apresentada a nova formação das 21 coordenações, baseada nas divisões das associações de moradores e todos conheceram o projeto de comunicação integrado. No encontro realizado no Hotel Floph, no centro de Florianópolis, o presidente estadual Marco Tebaldi foi ousado em estabelecer uma meta de dobrar o número de filiados para 205 mil em 2022, saindo dos atuais 105 mil. Tebaldi almeja, também dobrar o número de prefeito nas eleições do ano que vem. Hoje o PSDB conta com 38 prefeitos. “Temos todas as condições de trazer mais pessoas para a atividade política, qualificar líderes e vencer eleições”, avalia.

João Rodrigues

A bancada do PSD na Câmara dos Deputados poderá cobrar explicações de Deltan Dallagnol, sobre os fatos que a coluna abordou ontem, baseada em uma matéria do site The Intercept Brasil que liga a prisão de João Rodrigues em segunda instância, com um possível esquema para justificar a prisão do ex-presidente Lula (PT).

PRB no Oeste

Em Faxinal dos Guedes na companhia de Vilmar do Som que é o presidente do PRB de Xanxerê, Elson Almeida que é assessor do deputado Sérgio Motta, o coordenador Patrick Monteiro seguiu com uma série de visitas para ouvir as bases regionais. Em Faxinal dos Guedes, se reuniu com o secretário da Fazenda e Administração, Pedro Paulo, com o prefeito Gilberto Lazzari e com o vereador do PRB Lucas Ramilo, alinhando as pautas.

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