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Gean Loureiro fala ao SC em Pauta, advogado da Alcatraz entre os presos da Operação Chabu, as alternativas de Moisés para o duodécimo entre outros destaques

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Destaque do Dia

Loureiro durante a coletiva ontem a noite.

Passavam das 23h25 da noite de ontem, quando o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (sem partido), atendeu a minha ligação no celular de seu chefe de gabinete, Bruno Oliveira, que o acompanhava logo após a coletiva em que concedeu à imprensa da capital.

Cansado, mas se mostrando tranquilo, o prefeito que estava no escritório de seu advogado, Diogo Ptisica, localizado na Avenida Rio Branco no centro, surpreendeu ao não demonstrar abatimento após um dia inteiro detido na Polícia Federal, tendo ficado o tempo todo em uma sala à disposição do delegado que comanda a Operação “Chabu”.

Foram cerca de 70 perguntas respondidas por Loureiro, além da entrega do celular, o repasse de suas senhas tanto do aparelho, quanto de e-mail, além de alguns documentos e um notebook que estava em seu gabinete na Prefeitura. Ainda no local, foram verificados equipamentos na sala do prefeito, buscando possíveis câmeras e microfones, num verdadeiro pente fino, mas, as informações é de que nada foi encontrado.

PF na residência de Gean Loureiro.

Os agentes chegaram a casa de Loureiro localizada em Jurerê, por volta das 06h. Estavam na residência com o prefeito, a primeira-dama, Cintia Loureiro, e duas filhas do casal, que ao todo tem quatro filhos. Loureiro relatou que os policiais foram educados, perguntaram sobre documentos os quais foram vistos, mas a princípio, nada teria sido levado. Após as averiguações, disseram ao prefeito que ele seria conduzido à sede da PF, já que tinham em mãos um mandado de prisão expedido pelo desembargador Leandro Pausen, do TRF-4 de Porto Alegre. No início da noite, Loureiro foi liberado pelo delegado que não viu a necessidade de mantê-lo preso.

Ouça a entrevista de Loureiro:

 Impactos políticos

 O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (sem partido), ou terá de vez, alavancada a sua pré-candidatura à reeleição, ou poderá ter problemas até mesmo para compor com outros partidos para o seu projeto. Após um dia de desgaste de seu nome, Loureiro com a rápida soltura ganhou um bom argumento e, pode ter a sua situação melhorada ainda mais, caso o seu advogado, Diogo Ptisica, que embarca hoje para Porto Alegre, consiga anular o seu afastamento do cargo. Somente mais para frente será possível mensurar os verdadeiros impactos políticos da Operação Chabu, mas, pelos encaminhamentos de ontem, Loureiro já ganhou um discurso que ajuda a fazer a diferença, que é o do “injustiçado”. Vale lembrar que mesmo com a soltura, que as investigações seguem.

Aproveitando

Uma disputa que até o momento era velada, ficou as claras ontem dentro do Progressistas de Florianópolis. O deputado estadual, João Amin, teria confirmado a pessoas próximas que realmente é pré-candidato a prefeito, logo no dia em que o seu maior adversário, o prefeito, Gean Loureiro (sem partido), passava pelo maior desgaste de sua vida pública. Foi aí que o vereador Pedrão bateu na mesa e deixou claro o que já vinha afirmando nos bastidores: Que não precisa do Progressistas para ser o candidato a prefeito. Pelo visto, os dias do vereador no partido estão contados.

Seguem presos temporariamente:

– Fernando Amaro de Morais Caieron (Delegado da PF). Foi determinado, além da prisão temporária, o comparecimento mensal em Juízo perante a vara da subseção de Florianópolis. O delegado também ficou proibido de ter acesso a toda e qualquer dependência utilizada como sede de força policial, especialmente no que toca à Polícia Federal, de contatar, pessoalmente ou por interposta pessoa, os demais envolvidos na investigação e de se ausentar, sem autorização judicial prévia, do estado de SC. Caieron também teve suspenso o exercício da função pública, sem prejuízo de seus vencimentos, pelo período necessário à conclusão das investigações sobre os fatos e teve recolhidos o distintivo, a carteira funcional, os uniformes, as camisas, acessórios e demais bens que sejam aptos para se fazer identificar como servidor da Polícia e terá que entregar armas de fogo, sejam estas de sua propriedade ou da instituição, bem como o passaporte;

– José Augusto Alves (operador). Após a prisão, terá que comparecer mensalmente em Juízo perante vara da subseção de Florianópolis/SC, foi proibido de contatar, pessoalmente ou por interposta pessoa, todos os demais envolvidos na presente investigação e de se ausentar, sem autorização judicial prévia, do estado de Santa Catarina;

– Luciano da Cunha Teixeira terá que comparecer mensalmente em Juízo perante Vara da subseção de Florianópolis/SC, está proibido de contatar, pessoalmente ou por interposta pessoa, todos os demais envolvidos na investigação, de se ausentar, sem autorização judicial prévia, do estado de Santa Catarina;

– Marcelo Rubens Paiva Winter (diretor de comunicação do Sindicato dos Policiais Rodoviários de SC). Deverá comparecer mensalmente em Juízo perante Vara da subseção de Florianópolis/SC. Está proibido de ter acesso ou frequência a toda e qualquer dependência utilizada como sede de força policial, especialmente no que toca à Polícia Federal, de contatar, pessoalmente ou por interposta pessoa, todos os demais envolvidos na presente investigação e de se ausentar, sem autorização judicial prévia, do estado de Santa Catarina. Winter teve suspenso o exercício da função pública, sem prejuízo de seus vencimentos, pelo período necessário à conclusão das investigações e terá que devolver o distintivo, a carteira funcional, os uniformes, as camisas, acessórios e demais bens que sejam aptos para se fazer identificar como servidor da Polícia. Também terá que entregar arma de fogo, seja particular ou institucional e o passaporte;

– Luciano Veloso Lima (ex-secretário da Casa Civil do governo Eduardo Pinho Moreira). Terá que comparecer mensalmente em Juízo perante Vara da subseção de Florianópolis e está proibido de contatar, pessoalmente ou por interposta pessoa, todos os demais envolvidos na presente investigação e de se ausentar, sem autorização judicial prévia, do estado de Santa Catarina. Ele teve suspenso o exercício da função pública, sem prejuízo de seus vencimentos, pelo período necessário ao término das investigações;

– Hélio Sant’Anna e Silva Júnior (delegado da PF aposentado). Terá que comparecer mensalmente em Juízo perante Vara da subseção de Florianópolis/SC e está proibido de ter acesso ou frequência a toda e qualquer dependência utilizada como sede de força policial, especialmente no que toca à Polícia Federal, de contatar, pessoalmente ou por interposta pessoa, todos os demais envolvidos na presente investigação (tal proibição não alcança unicamente sua esposa) e de se ausentar, sem autorização judicial prévia, do estado de Santa Catarina. Terá que entregar distintivo, carteira funcional, uniformes, camisas, acessórios e demais bens que sejam aptos para se fazer identificar como servidor da Polícia, bem como arma de fogo, seja particular ou institucional e o passaporte.

Ex-secretária também é citada

De acordo com o site da colega, Karina Manarin, a ex-vereadora de Criciúma e ex-deputada federal, Romanna Remor (MDB), aparece como um dos nomes investigados na Operação Chabu. Ela foi secretária de Estado de Ação Social no governo de Eduardo Pinho Moreira (MDB). O nome de Romanna aparece na decisão do TRF4, como uma das pessoas com as quais o prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (sem partido), não pode manter contato.

Partiu da Alesc?

Recebi uma informação que ainda está sendo apurada, de que a denúncia de uma suposta ação de vazamento e de ações para atrapalhar investigações da Polícia Federal que motivou a Operação Chabu, teria partido de um servidor ligado a segurança pública, que estaria cedido à Assembleia Legislativa. A informação não é confirmada oficialmente, por isso, sigo buscando mais detalhes sobre a suposta denúncia.

Advogado na Alcatraz entre os presos

O advogado, Hélio Sant’Anna e Silva Júnior, delegado da Polícia Federal aposentado, é um dos presos na Operação Chabu. Acontece que Hélio é advogado de Paulo Sérgio Schveitzer, um dos alvos na Operação Alcatraz.

Boatos

Os nomes de dois ex-governadores circulou nas redes sociais, como supostos alvos da Operação Chabu. O primeiro foi o de Eduardo Pinho Moreira (MDB). Liguei para o emedebista que estava cortando o cabelo. Ao contrário do que circulou nas redes sociais, ele não foi alvo da operação. Outro nome foi o de Leonel Pavan (PSDB). Nas redes sociais, foi informado de que a residência do peessedebista em Balneário Camboriú, também havia sido alvo de busca e apreensão. Conversei com Pavan que negou a informação e ainda tirou uma selfie almoçando com a família. “Aqui está tudo ótimo, comigo e com a minha família. Não sei de onde tiraram essa informação maldosa a meu respeito”, reclamou Pavan.

Duodécimo

Para tentar reduzir o repasse do duodécimo, o governador Carlos Moisés da Silva (PSL), poderá adotar uma dessas medidas: A primeira seria através de um projeto de lei que seria enviado à Assembleia Legislativa, tentando regulamentar a devolução das sobras ao final do exercício financeiro. Uma segunda opção, seria o ajuizamento de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin), no Supremo Tribunal Federal, para tentar derrubar o modelo de percentual do repasse aos poderes. Alguns Estados já obtiveram êxito em ações parecidas. A questão, é que ao judicializar, Moisés fecha as portas com os demais poderes.

Perguntar não ofende

Bem que o Governo do Estado poderia explicar o motivo, de que até o momento não se pronunciou a respeito da proposta formulada pela Assembleia Legislativa, em parceria com o Judiciário, Tribunal de Contas do Estado e Ministério Público, que se ofereceram para que através de um fundo, sejam feitas contribuições para o pagamento do que ainda resta de dívida no setor da Saúde. O governador Carlos Moisés da Silva (PSL) fala sobre a necessidade de recurso, mas quando lhe é oferecida uma alternativa, ele não aceita.

Dúvida em Chapecó

Rodrigues quando ainda era deputado ao lado de Buligon e do vereador João Rosa.

Na capital do Oeste uma pergunta não quer calar: Será que o atual prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (DEM), e o ex-prefeito e deputado, João Rodrigues (PSD), podem ser adversários na eleição do próximo ano? Acontece que o Democratas ainda aguarda o resultado da consulta no TRE, para saber se Buligon pode ser candidato mais uma vez, ou não. Vale lembrar que o partido alega que o primeiro mandato não contaria, já que Buligon assumiu no último ano após a renúncia de José Caramori (PSD), que assumiu a presidência do Badesc. Por outro lado, lideranças dos partidos garantem que se um dos dois não disputar, quem ficar de fora apoiará o outro. Buligon e Rodrigues se reaproximaram após alguns meses de mal-estar entre eles.

Hospital

O deputado federal, Hélio Costa (PRB), esteve reunido com a direção do hospital Joana de Gusmão em Florianópolis, para saber das necessidades da unidade. O maior entrave do Hospital Infantil é o sistema de informação que controla a operação da instituição. Diante deste cenário, o parlamentar irá buscar recursos para a instalação de novos equipamentos de informática. “Percebemos que um dos principais problemas está na gestão da informação. A burocracia e as dificuldades enfrentadas pelos profissionais atrapalham a parte operacional clínica”, disse Costa.

Rodovias

Na reunião do Fórum Parlamentar Catarinense no auditório da Amfri, em Itajaí, com a presença do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, que garantiu que a duplicação da BR-470 é prioridade absoluta, ao lado da BR-282. Foi pedido aos deputados que concentrem as emendas das bancadas nessas rubricas. O prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (sem partido), em nome de todos os prefeitos e líderes políticos da região, entregou dois pedidos ao ministro: um para a finalização da obra da BR-470 e, outro para investimentos no Aeroporto de Navegantes, obra essencial para a região.

Contingenciamento

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, encerrou a sua fala dizendo que o orçamento da pasta é de R$ 8 bilhões para este ano, mas, que teve R$ 4 bilhões contingenciados, então, segundo Freitas, não vai ter obra andando em ritmo acelerado e, nem novas frentes de trabalho. A questão, disse ele, será focar nas prioridades, a BR-470, a BR 282 e a BR 280, e novamente pediu a ajuda dos parlamentares.

Autismo

Na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado estadual, Vicente Caropreso (PSDB) destacou a celebração do dia do Orgulho Autista. Criada em 2005 e celebrada anualmente em 18 de junho, a data tem como objetivo mudar a visão dos meios de comunicação e da sociedade sobre o Autismo, passando da condição de “doença” para “diferença”, essa é a grande mudança, lembrou Caropreso, que parabenizou o esforço e a dedicação dos dirigentes das Associações dos Amigos dos Autistas (AMAs).

CriciumaPrev

A Comissão de Investigação do Criciumaprev, na Câmara de Vereadores, realizou ontem mais uma oitiva em apuração de supostas irregularidades no sistema de previdência do município. Robson Gotuzzo, secretário da Fazenda, nos anos de 2017 e início de 2018, foi ouvido. “O grande detalhe dessa conversa foi a identificação da centralização. Quem paga e quando paga. Ficou claro e evidente que existia saldo em caixa. Ficou evidente que deixou-se de pagar por uma decisão pessoal do prefeito”, ratificou o presidente da CI, vereador Julio Kaminski (PSDB). O não pagamento das dívidas do Criciumaprev, segundo o ex-secretário, foi uma escolha entre o pagamento de duas dívidas, já que não haveria recursos para quitação de ambas.

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