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Redução de voos pode afetar a economia de SC, MDB dividido em Joinville, Fidelis pensa em não reassumir a presidência da Câmara de Chapecó entre outros destaques

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Destaque do Dia

Número de passageiros deve reduzir.

Na coluna do dia 4 deste mês eu trouxe a informação de que Santa Catarina teria mais dois voos da Gol Linhas Aéreas. A iniciativa não partiu aqui do estado, fomos beneficiados pelo Programa de Incentivo ao Desenvolvimento e Ampliação da Malha Aérea Paulista (São Paulo Pra Todos), que dará em contrapartida, a redução da alíquota do ICMS sobre o querosene para aviação comercial.

Portanto, o grande responsável por Chapecó, Joinville e Florianópolis terem mais uma opção, foi o atual secretário de Turismo de São Paulo, Vinicius Lummertz, um dos maiores especialistas do setor no Brasil, mas que acabou preterido pelo governo de Carlos Moisés da Silva (PSL) que não quis ter um especialista no comando da pasta.

Lummertz beneficiou SC através de um projeto para SP

Essa iniciativa não pode ser a única para suprir a falta que fará a Avianca para Santa Catarina. Florianópolis, Chapecó e Navegantes serão atingidos diretamente, enquanto que Joinville e Criciúma também sofrerão devido ao impacto do aumento dos preços das passagens que foram parar nas nuvens, devido a retirada da Avianca do mercado.

Em rápida consulta, passagens de Chapecó a Florianópolis de ida e volta, apresentam como preço mais barato o valor de R$ 1.354, contando a taxa de embarque, ficando apenas R$ 400 mais barato que um voo da capital do estado até Santiago do Chile. Quando a Avianca ainda operava, era possível comprar o bilhete do Oeste à capital, ao menos pela metade desse preço. De Joinville a São Paulo o valor chega a casa dos R$ 1 mil, enquanto que de Florianópolis à capital paulista fica a R$ 1.151, e para Brasília também passa dos R$ 1 mil, tendo passageiros que pagaram no início desta semana, quase R$ 3 mil, ou seja, mais caro que viajar para a Europa.

Portanto, o poder público casado com as entidades empresariais precisa buscar alternativas para aumentar o número de voos, caso contrário, algumas regiões do estado ficarão com poucas opções e a preços exorbitantes.

Mobilização

Recebi um texto que circulou durante a semana em um grupo de WhatsApp, de pessoas ligadas ao PSL. O texto diz o seguinte: “O governador de Santa Catarina, Carlos Moisés, está precisando do nosso apoio. Na última terça feira, 16/04, Ele encaminhou à Assembleia Legislativa a LDO para 2020 propondo a redução de 10% nos valores repassados ao Judiciário, Legislativo, Ministério Público, TCE e UDESC. Isto representa R$ 300 milhões em investimentos para atender, por exemplo a área da saúde que hoje, na minha opinião, é o setor que merece prioridade 1. Se você estiver de acordo, replique esta mensagem nas suas mídias sociais. O Governador comprou essa briga e nós vamos dar força a Ele”. Questionei a assessoria do Governo do Estado, que negou qualquer participação do Executivo na elaboração, ou no compartilhamento.

Disputa em Joinville

Ivete e Udo devem estar em grupos opostos.

A informação divulgada sobre a suplente de senador, Ivete Appel da Silveira (MDB), viúva do ex-senador, Luiz Henrique da Silveira, que pode ser uma opção para disputar a sucessão do prefeito, Udo Döhler (MDB), repercutiu no Norte do estado. Porém, segundo uma fonte emedebista a movimentação mais pareceu uma ação do grupo ligado ao falecido LHS, que se insurgiu contra o grupo de Döhler. Antes da eleição municipal, o partido passará pela escolha do seu novo comando em Joinville, o que poderá acirrar ainda mais as coisas dentro do partido, já que também tem o grupo de Mauro Mariani e do vereador Rodrigo Fachini que, aliás, está em pé de guerra com Udo e lideranças próximas a ele. Os emedebistas terão que aparar as arestas, se quiserem manter o governo de Joinville.

Motivação

Um dos motivos para a insurgência do grupo do falecido Luiz Henrique da Silveira, e do aquecer de ânimos dos “Marianos” com o grupo do prefeito Udo Döhler (MDB), é a questão espaço no governo de Joinville. Lideranças como a ex-secretária de Estado da Educação, Simone Schramm, Ademir Machado, pessoas que estavam no gabinete de Mariani, entre outros que perderam os seus cargos, não foram aproveitados por Döhler. É por isso que a situação será difícil de se pacificar.

 Esmeraldino desaconselhado

Esmeraldino não terá apoio na capital.

O secretário de Desenvolvimento Econômico Sustentável e Turismo, Lucas Esmeraldino, foi aconselhado por lideranças de seu partido, a desistir de qualquer sonho de disputar a Prefeitura de Florianópolis. Segundo uma fonte, faz pouco tempo que Esmeraldino chegou a capital do estado e precisa respeitar as lideranças pesselistas que estão há mais tempo na cidade. “Ele não pode chegar assim. Sai de Tubarão onde não se elegeria, para querer disputar aqui, ele foi desaconselhado”, relatou.

SC exportando

Debiasi trabalhará no governo do Paraná.

Após o ex-ministro do Turismo, Vinicius Lummertz, que foi secretário de Estado do setor, assumir como secretário do governo de João Dória (PSDB), em São Paulo, agora é a vez do ex-secretário de Estado da Comunicação, João Debiasi, assumir como diretor geral da Secretaria de Planejamento do Governo do Paraná, o cargo é equivalente a um adjunto do secretário. O convite foi feito pelo próprio secretário, Valdemar Bernardo, advogado tributarista de 44 anos, com mestrado em direito econômico que recebeu a missão do governador, Ratinho Júnior (PSD), de atrair investimentos por meio do binômio inovação e competitividade do Estado e do setor produtivo. Além disso, Debiasi também assumirá como conselheiro da Celepar, empresa paranaense de desenvolvimento de tecnologia da informação e comunicação.

Saúde de luto

O deputado estadual, Vicente Caropreso (PSDB), que é médico de profissão, veio a público criticar o Governo do Estado e o Supremo Tribunal Federal, pela decisão de ter derrubado a obrigatoriedade de se investir, 15% no setor da Saúde. “É com pesar que venho a público comunicar a derrota da Saúde de Santa Catarina para o STF! Perdemos todos nós”, escreveu o tucano. Caropreso lembrou que a emenda foi aprovada na Alesc em 2016 para corrigir uma distorção grave, pois, o orçamento da Saúde estava insuficiente. “Éramos o único Estado no Brasil que teve a coragem de avançar. Com esta derrota no campo jurídico, as finanças da Secretaria de Estado da Saúde estão seriamente ameaçadas. O orçamento atual foi elaborado baseando-se nos 15%. De onde cortar o atual orçamento para se ajustar aos 12%?”, questionou.  Ele ainda disse que a situação criada no tapetão impõe uma séria e imediata reflexão de toda a sociedade no sentido de saber, o que ela almeja daqui para frente, com uma perspectiva de cortes e, não de investimentos no setor. “É hora mais do que nunca de medidas corajosas, dentro e fora da saúde para evitarmos que o caos se estabeleça”, alertou.

Mauro faz coro

O vice-presidente da Assembleia Legislativa, Mauro De Nadal (MDB), também criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal que declarou inconstitucional a emenda que aumentou de 12% para 15% da receita, os recursos destinados à saúde. “Recebi a notícia com muita tristeza, uma redução de mais de R$ 600 milhões que deveria ser investido em saúde ao longo desse ano. A saúde catarinense voltará para a UTI e isso será ainda mais prejudicial para nós, que vivemos em uma região distante da capital”, comenta De Nadal que é do Oeste. Além disso, ele destacou que o maior prejudicado é o povo catarinense. “Os investimentos eram uma possibilidade de resolver problemas crônicos na área. Vivemos um choque e um retrocesso”, afirmou, De Nadal.

UDN em SC

Uma reunião em Joinville das estratégias para a recriação da União Democrática Nacional, definiu as atribuições de suas lideranças que ainda trabalham para obter as assinaturas que permitirão a homologação do partido. Muito embora, um dos líderes nacionais da volta do partido, Marco Vincenzo, entrou com um pedido no STF, para que desfaça o Ato Institucional 2 em 1964, que extinguiu a UDN. Em Santa Catarina, Júlio Lopes, pai do deputado estadual, Jessé Lopes, ficou como o coordenador estadual, enquanto que Alexandre Brasil cuidará de Florianópolis e municípios da região, além do Vale do Itajaí. Faltam apenas 700 assinaturas para que o partido seja homologado aqui no estado.

Retorno

A volta da UDN está sendo programada pelos coordenadores, para que seja oficializada até outubro, o que a tornará apta a disputar a eleição do próximo ano. A União Democrática Nacional terá no conservadorismo e no cristianismo as suas principais bandeiras. Ninguém confirma, mas é provável que assim que oficializar a refundação da UDN, que o deputado estadual, Jessé Lopes (PSL), possa ser o primeiro parlamentar catarinense a se filiar ao partido, o que é permitido, já que a lei não considera infidelidade no caso de novas agremiações.

Jorginho em alta

O senador Jorginho Mello (PR) tem conquistado importantes espaços, após se eleger numa eleição contra o ex-governador Raimundo Colombo (PSD), o ex-senador Paulo Bauer (PSDB) e segurando a onda PSL de Lucas Esmeraldino. Mello chegou ao Congresso e se tornou líder do PR no Senado, vice-presidente da Comissão de Constituição e Justiça e, se manteve no comando da Frente da Micro e Pequena Empresa, a mais numerosa do Congresso. Essa semana, Jorginho teve a responsabilidade de discursar no Palácio do Planalto para falar sobre a sanção do projeto de lei, que possibilita o empréstimo de dinheiro para pequenos negócios com taxa de juros reduzida.

Conversa receptiva

Em conversa ontem de manhã, o deputado estadual, Valdir Cobalchini (MDB), acompanhado pelo deputado Moacir Sopelsa, esteve com o governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), e com o secretário de Estado da Casa Civil, Douglas Borba, para tratar de demandas da sua região. Após a audiência, Cobalchini destacou a conversa como receptiva. “Ele pode contar comigo em todos os projetos que representem melhoria e tornem o Estado mais eficiente, que faça sobrar recursos para investimentos e, que atenda bem o cidadão. Estarei junto, pois, acima de tudo, meu compromisso é com os catarinenses, por isso o que eu puder fazer para contribuir para que os projetos sejam aprovados na Assembleia, eu farei’, enfatizou Cobalchini.

Caso Arestide

A situação envolvendo o presidente da Câmara de Vereadores de Chapecó, Arestide Fidelis (PSB), está causando um grande constrangimento aos seus colegas de mandato. Após ter sido solto ao final da tarde de quarta-feira, por uma decisão liminar do Superior Tribunal de Justiça, Fidelis ainda não compareceu a sede do Legislativo, que somente retorna aos trabalhos no próximo dia 6 de maio. Ele foi condenado por sete tentativas de homicídio e por conduzir embriagado, quando provocou um acidente em 2014. A procuradora da Câmara, Caroline Hoffmann, me disse que ao se apresentar, que Fidelis poderá ser reconduzido à presidência da Casa.

Pensa em não assumir

Arestide Fidelis (PSB) virou um problema para a base do prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (sem partido), que o elegeu para presidir a Câmara Municipal. Vereadores não falam publicamente, mas em conversas há uma torcida para que Fidelis renuncie pelo menos, o comando da Casa. Segundo uma fonte, é justamente o que Fidelis estaria analisando, se pedirá uma licença, ou se renunciará a presidência. Vereadores também andaram irritados, pois, de acordo com uma fonte, Fidelis não estaria ajudando a principal vítima do acidente, uma menor que teve que colocar uma platina na cabeça e, que ainda se recupera das sequelas do acidente.

Explicação ao TCE

O Tribunal de Contas do Estado deu 10 dias úteis para que o governo de Carlos Moisés da Silva (PSL), explique como é feito o pagamento do auxílio combustível aos servidores públicos e por qual motivo continua. Vale lembrar que o TCE recomendou a suspensão do auxílio, porém, o executivo cortou apenas alguns casos. A situação chegou a gerar descontentamento em setores do Estado, pois, servidores atribuem a Moisés a decisão do Tribunal de pedir a extinção do benefício. Tem quem acuse o governador de ter pedido ao TCE que determinasse o cancelamento.

TRE

Ontem ocorreu a transmissão de posse do cargo de presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina, do desembargador Ricardo Roesler para o desembargador Cid Goulart Júnior. A cerimônia foi realizada na Sala de Sessões do TRE.

Ministra em BC

O programa do Governo Federal “Viver – Envelhecimento Ativo e Saudável”, e o programa municipal “Abraço à Mulher”, foram lançados ontem de manhã em Balneário Camboriú. A cerimônia contou com a presença da ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, e do Secretário Nacional da Pessoa Idosa, Antonio Costa. O município foi um dos cinco escolhidos para receber o programa federal, que visa despertar o poder público para preparar a população para o envelhecimento ativo e saudável. Durante o encontro, também ocorreu a inauguração do Centro Tecnológico para a Pessoa Idosa, que faz parte das ações do programa federal, e está localizado na Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Inclusão Social.

Abraço à Mulher

O Programa Abraço à Mulher é uma iniciativa da Prefeitura de Balneário Camboriú, que cria uma nova ferramenta para a proteção das mulheres vítimas de violência, prestando atendimento 24h, com assistência jurídica, acompanhamento psicológico, encaminhamentos a rede de apoio e a grupos focais. A ministra, Damares Alves, disse que o combate a violência doméstica deve começar com educação. “É fundamental que nossos meninos aprendam que as mulheres devem ser tratadas com respeito, assim como todo ser vivo. Só assim mudaremos essa realidade”, disse a ministra, enquanto que o prefeito Fabrício Oliveira (PSB), assegura que, mais que prestar auxílio às mulheres no momento da agressão, o Programa dará oportunidades para que mudem suas realidades. Damares se comprometeu a levar o presidente Jair Bolsonaro (PSL) a Balneário Camboriú. Ele deve participar do conhecido evento evangélico dos Gideões Missionários.

Isenção

Dando sequência ao processo de desoneração da cadeia produtiva em Santa Catarina, o Governo do Estado revogou a cobrança de ICMS por Substituição Tributária de diversos produtos. Foram contemplados materiais de construção e elétricos, lâmpadas, reatores, tintas, vernizes e similares, além de artigos de papelaria e eletroeletrônicos. O decreto foi publicado na quarta-feira (24), no Diário Oficial e entrará em vigor a partir do dia 1° de maio.

Inacreditável

Os bois usados pelos criminosos da chamada “Farra do Boi”, ou morre covardemente pelas mãos dos que cometem o crime de promover tal barbárie, ou então estão morrendo pelas mãos do Estado. A Cidasc havia autorizado e acordado que os bois recolhidos ficariam em quarentena. Após, iriam para santuários fora de Santa Catarina, locais onde já existem outros animais resgatados pela protetora Priscila Farias e outras protetoras. Mas com o novo governo, todos foram abatidos. Qual o sentido de abater os coitados dos animais? Mais uma atitude lamentável do atual governo, o qual espero que volte a respeitar a quarentena dos animais.

Desabafo dos defensores

Ano passado, durante a Quaresma 8 bois foram resgatados da farra do boi. Todos foram levados pra um santuário mantidos pela ACAPRA e por ativistas durante o período de 10 Meses. Lá eles foram tratados, amados e respeitados. Lá também nasceu a Lótus, uma linda bezerrinha que acreditamos que teria uma vida livre da crueldade do homem.

Havia uma estrutura totalmente organizada pra manter esses animais e estes estavam em perfeito estado de saúde e felizes. No dia 16.01.2019, com a mudança de governo, também houve mudança dentro da Cidasc e para nossa infeliz surpresa, tudo que estava sendo feito para proteger e encaminhar esses anjos a santuários fora do estado de SC, foi desmoronado, foi arrancado de pessoas do bem que lutaram e torciam para um destino diferente para esses inocentes. A Cidasc sem comunicar ninguém, entrou com escolta policial dentro do sítio onde esses anjos se encontravam, e os levou de forma rápida e cruel para a morte. Abateram os 8 bois adultos e lindos e a bebê de apenas 4 meses de vida, alegando que eram um risco pra sociedade por não terem o brinco de identificação.

Se em 10 meses que esses anjos passaram por uma mega quarentena, não foi o suficiente para provar que eles eram animais saudáveis e poderiam ter uma vida digna fora do Estado, eles sorrateiramente os levaram pra morte! Tanta luta, tanta batalha, tanta dedicação… arrancaram suas vidas… mais uma vez, os inocentes pagaram pelo crime do ser humano. Mais uma vez, eles foram cruéis, covardes e perversos. Mas para eles, esses anjos não passam de pedaços de carne que podem colocar em risco a vida do dito humano”.

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