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As reações à crise no PSD, Kassab pode manter a convenção, CPI dos incentivos fiscais será protocolada entre outros destaques

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Destaque do Dia

Há cerca de três semanas o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, recebeu em São Paulo para uma conversa os ex-governadores, Raimundo Colombo (PSD) e Jorge Bornhausen. Eles tinham um projeto para os próximos quatro anos, relataram a dificuldade de relacionamento com Gelson Merisio (PSD) e, pediram que houvesse uma mudança no comando do PSD. O encontro aconteceu na capital paulista, por uma questão de comodidade para Bornhausen, que mora na cidade.

Por sugestão de Colombo a medida a ser tomada não poderia gerar um trauma no partido, sob o risco de enfraquecer o PSD. Ficou acordado então, que não se falaria em intervenção, mas, que Kassab determinaria a não realização da convenção marcada para junho, fazendo expirar o comando de Merisio e, que uma comissão provisória seria nomeada por ele com a presidência de Colombo. Caberia a esse comando marcar uma nova convenção futuramente, mas, sem data definida.

Além disso, também entraria no pacote a ida de lideranças do PSB, que até então estavam em conversas adiantadas com o Democratas, para o PSD. Dessa forma se resolveria a situação da família Bornhausen, que não estaria mais ligada a um partido de esquerda.

Decisão tomada, na semana seguinte os deputados federais, Darci de Matos e Ricardo Guidi, foram chamados por Kassab para uma conversa na sede nacional do partido em Brasília. Em encontros individuais, o presidente nacional pessedista relatou a situação e informou a decisão tomada por ele. Dias após, conforme já relatei, Merisio foi chamado para conversar com Kassab. Aproveitando uma viagem a Brasília onde apresentou o presidente do STF, Dias Toffoli, ao deputado estadual, Kennedy Nunes, ele foi até a sede do PSD onde foi informado que a convenção estava cancelada e que o seu comando expiraria.

A informação caiu como uma bomba entre os pessedistas catarinenses. Não querendo ficar por perto, Raimundo Colombo embarcou para Madrid na Espanha, onde participará mais uma vez de uma capacitação a gestores públicos, oferecida pelo Partido Popular do ex-primeiro-ministro, Mariano Rajoy.

Mesmo do outro lado do Oceano, Colombo não foi poupado das críticas. A bancada do PSD na Assembleia Legislativa pediu uma reunião de urgência com Júlio Garcia (PSD). Eles colocaram a posição dos deputados estaduais e, a maioria até ameaça deixar o partido se não houver a convenção.

Garcia ligou no mesmo dia para Kassab e, informou o clima que se instalou no partido. Recebeu como resposta que será feito o mais adequado, que não tem preferência por intervenção, ou não, e deu a entender que a princípio, estaria sendo descartada a decisão de cancelamento da convenção, mas, tem um detalhe: uma forte liderança me disse que Kassab somente mudará a decisão se Gelson Merisio deixar o partido, caso contrário, a convenção não acontecerá.

Na esteira dos acontecimentos, Darci de Matos ligou para Garcia e pediu para que fosse organizado um jantar após o carnaval, para reunir as bancadas estadual e federal do partido. A ideia é ouvir a opinião de todos para que seja tomada uma decisão final.

Por sua vez, Kennedy Nunes disse que se houver uma intervenção, que será a sua carta de alforria, ou seja, que deixará o partido. “Eu não quero ficar num grupo que deseja cometer um golpe”, disse Nunes. Por sua vez, Milton Hobus foi além, destacando que será apresentado um fato novo. “Não aceitamos intervenção. Não adianta lá de São Paulo, dizer o que devemos fazer. Até junho vamos apresentar uma novidade, ou será uma debandada histórica em Santa Catarina”, disse Hobus.

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Napoleão no PSD

Almoço com Napoleão
Foto: Roberto Azevedo/Portal MakingOff

O almoço já divulgado em um hotel de Florianópolis, que reuniu Raimundo Colombo (PSD), Júlio Garcia (PSD), Jorge Bornhausen, Ricardo Guidi (PSD) e o ex-prefeito de Blumenau, Napoleão Bernardes (sem partidos), era para explicar ao ainda tucano, o projeto que havia sido desenhado com o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, em São Paulo. Nele, em tese, caberia uma candidatura para a próxima eleição estadual, de um jovem, que represente a cara da nova política, mas, que não seja inexperiente como o atual governador, Carlos Moisés da Silva (PSL). Conforme já amplamente divulgado, Bernardes relatou que não estava mais feliz no PSDB, falou da sua insatisfação com a eleição quando teve que ir de vice do MDB e, que pensava em deixar o partido. A questão somente vazou, primeiro pela foto divulgada pelo colega, Roberto Azevedo, somada ao fato de Napoleão ter se antecipado ao anunciar a desfiliação do PSDB dias após, pegando a todos de surpresa. Ali começava a ser revelado ao público, pela atitude do agora ex-tucano, o projeto pessedista pensando na próxima eleição estadual.

Ao lado de Kassab

Matos está ao lado de Kassab.

Por sua vez o deputado federal, Darci de Matos (PSD), se mostrou irritado com a situação. Ele reclamou que todas as decisões a respeito do fundo partidário entre outras, sempre foram tomadas por poucos, sem consultá-lo. “Agora que eles se desentendem, brigam, por qual motivo tenho que me envolver nisso?”, questionou Matos. O parlamentar disse ainda que as lideranças sabem o que fazem e, que respeitará a decisão de Kassab. “Não vou contra o meu presidente”, me disse.

Merisio

Merisio perde o partido.

O desejo de ser governador, fez com que Gelson Merisio (PSD) enfrentasse todo o establishment, que desejava seguir ditando o futuro do Estado. Deputado estadual de uma pequena cidade do Oeste, Merisio tinha o projeto de Raimundo Colombo (PSD) que disputou uma vaga ao Senado, como um de seus principais adversários. Colombo sucumbiu perdendo para ele mesmo, em uma eleição plebiscitária, onde o eleitor avaliou o seu governo. Já Merisio enfrentou, teve a sorte de lideranças pessedistas terem aberto espaço acreditando que ele não conseguiria manter o projeto e, quando acordaram para a realidade, já era tarde, Merisio já havia se viabilizado. No primeiro turno ele venceu, deixando o seu principal adversário, o MDB de Mauro Mariani, de fora. Vale destacar que Merisio venceu até mesmo em Joinville, casa do emedebista. Porém, no segundo turno acabou engolido por uma avalanche chamada “Bolsonaro”, que impulsionou a eleição de Carlos Moisés da Silva (PSL). Portanto, Merisio não saiu como um grande perdedor de um pleito atípico, mas, a derrota o enfraqueceu dentro de seu próprio partido. A leitura que deve ser feita, é que mesmo que o PSD tivesse se coligado com o MDB, mesmo assim Moisés teria vencido, pelo fato já mencionado antes.

Sem fulanizar

Colombo pode não conseguir a presidência do PSD.

Conversei com várias lideranças pessedistas durante o final de semana. Todos que se mostram contrários a “intervenção” de Gilberto Kassab, fizeram questão de deixar claro, que não se trata de uma discussão de nomes, ou de uma defesa a Gelson Merisio. Eles entendem que não podem se submeter a uma decisão de poucos e, que as lideranças estaduais precisam ser ouvidas. Além disso, entre essas mesmas pessoas, há uma ideia de que nem Merisio e nem Raimundo Colombo, reúnem mais as condições necessárias para presidir o PSD. Portanto, se Colombo desejou o comando do partido, colocou o bloco cedo demais na rua, gerando uma grande rejeição.

Kassab errou?

O PSD esteve muito próximo de fechar com o PSL. As conversas entre Gelson Merisio e Lucas Esmeraldino estavam adiantadas, inclusive, Esmeraldino poderia até mesmo ter sido vice de Merisio. Acontece que Gilberto Kassab (PSD) apoiou Geraldo Alckmin (PSDB) na eleição presidencial e, a pedido do tucano, impediu alianças entre o PSD e o PSL. Dessa forma, se o problema foi o resultado da eleição, Kassab é um dos responsáveis.

Merisio sairá?

Há uma grande possibilidade de Gelson Merisio deixar o PSD. Há quem diga que isso pode acontecer ainda hoje, porém, nada está descartado. Enquanto isso, ele planeja os seus próximos passos na política estadual. Na semana passada eu estive em Joinville e, a ida do pessedista para a capital do Norte do estado não foi bem vista por lideranças locais. O questionamento é sobre as intenções de quem se lançou numa eleição como candidato do Oeste ao Governo do Estado e, agora de forma pragmática deixa a sua região e tenta construir um espaço na maior cidade do estado. Lideranças joinvilenses me disseram que há nomes que moram há muito tempo na cidade, portanto, Merisio terá grandes dificuldades, muito embora, esteja sendo apadrinhado pelo vereador e empresário, Ninfo König (PSB),       que o terá em uma de suas empresas. Dessa forma, Merisio pretende ganhar um espaço na ACIJ, entidade que tem uma grande força nos destinos políticos de Joinville. Se vai conseguir, ninguém sabe, agora, o ainda pessedista terá que trabalhar muito para convencer o Norte que poderá ser o seu representante no Estado.

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CPI dos incentivos

O deputado estadual, Laércio Schuster (PSB), deve protocolar nesta quarta-feira (06), o pedido de abertura da CPI dos Incentivos Fiscais. Vinte e dois parlamentares já assinaram o requerimento, ou seja, já há assinatura suficiente. A bancada do PSD fechou questão contra a CPI, por entender que ela é inoportuna e que não ajuda o Estado. “Se o nosso Estado está bem hoje, é por causa dos incentivos fiscais dados à indústria que gerou empregos e aumentou a arrecadação”, disse um parlamentar que não quis se identificar. Além disso, o PSD defenderá uma solução urgente para a questão dos decretos que tiraram o incentivo de produtos da cesta básica.

Eli é criticado

A bancada do PSD na Assembleia Legislativa, também criticou o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli. Para alguns parlamentares, ele está a serviço do atual governo para dizer que tudo o que foi feito no passado foi errado. “Aí a economia vai melhorar, eles pagam os salários, começam a investir e no final do ano o Moisés (governador) aparece como o salvador da pátria”, criticou uma liderança do PSD, afirmando ainda, que o secretário falou besteira na Alesc, gerando instabilidade à economia do Estado.

Eli sabia

Conforme informei na semana passada, o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, não pode alegar ignorância quanto as informações a respeito dos incentivos fiscais. Ele foi informado ainda em maio do ano passado, dos números levantados pelo Tribunal de Contas do Estado e, já sabia quantas empresas receberam os incentivos. Além disso, segue a minha curiosidade a respeito do que mudou na econômica catarinense, de 30 de janeiro quando Eli negou para esta coluna, que haveria atraso no salário dos servidores e, agora o discurso é de que irá atrasar. O que mudou?

Arrecadação

Segundo o Governo do Estado, a revisão de benefícios fiscais realizada em 2018 e a retirada de produtos da Substituição Tributária (ST), começam a apresentar resultados positivos. Como efeito das medidas, a arrecadação tributária bruta do Estado bateu recorde com R$ 2,4 bilhões em fevereiro, um total de 18,04% de crescimento em relação ao mesmo período do ano passado e, queda de 2,6% comparado a janeiro deste ano. Apesar do avanço na receita, os desembolsos para pagamento da dívida também cresceram. Houve um aumento de 31,9% comparando com 2018 e de 106,3% em relação a 2017. Somente entre 2019 e 2022, está previsto um desembolso de R$ 12 bilhões da dívida com a União e bancos federais.

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Bauer no jogo

O ex-senador Paulo Bauer, atual secretário especial para o Senado Federal da Casa Civil, recebeu a incumbência de tirar o ex-deputado federal, Marco Tebaldi do páreo e abrir caminho para que Beto Martins, não tenha adversário na convenção que definirá a presidência estadual do PSDB. Se vai conseguir, veremos nos próximos dias.

Entendimento no MDB?

As conversas seguem acontecendo no MDB, para definir quem presidirá o partido no próximo biênio. Conforme relatei na semana passada, o deputado estadual, Valdir Cobalchini recebeu em seu gabinete o senador, Dário Berger. A conversa principal ficou em torno da eleição ao comando emedebista, já que Berger e Cobalchini desejam o cargo. Lideranças internas acreditam que um entendimento não estaria tão próximo de acontecer, mas, que pela paz no partido nada é descartado.

Barragens

A Secretaria da Defesa Civil, realiza a fiscalização de barragens no território catarinense. A ação faz parte da política do Centro Integrado de Gerenciamento de Riscos e Desastres (CIGERD), de identificação de possíveis riscos no estado. Nesta nova fase, as ações preventivas se intensificam com a atualização de informações sobre estas estruturas. As visitas às barragens são realizadas pelos coordenadores regionais, que farão a coleta de dados. Dentre os pontos analisados estão a identificação da existência do Plano de Ação de Emergência (PAE) e, obtenção de cópia dos Planos para análise sobre a efetividade da mesma. Também será verificada a preparação das comunidades para as execuções.

Saneamento básico

O deputado estadual Ivan Naatz (PV), que participou e disse que gostou do carnaval de rua do centro de Florianópolis e de Santo Antonio de Lisboa, nesse fim de semana, com a família e amigos, adiantou que já conseguiu as assinaturas necessárias de apoio para requerer a implantação da Frente Parlamentar em Defesa da Universalização do Saneamento Básico no Estado de SC. O objetivo é o de sensibilizar o poder público e a sociedade sobre a importância de ampliar a cobertura do saneamento, principalmente de rede de coleta e tratamento de esgoto, que deve gerar reflexos positivos na saúde, meio ambiente, bem como para a balneabilidade das praias no segmento do turismo litorâneo. Naatz justificou estudos recentes do Instituto Trata Brasil e da Confederação Nacional da Indústria (CNI), indicam que apesar de Santa Catarina registrar uma cobertura de abastecimento de água e de coleta do esgoto acima da média brasileira, apenas 20,9% dos efluentes recebem tratamento antes de voltar para a natureza.

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Apagão moral

Infelizmente o nosso Brasil segue num rumo muito perigoso, o do ódio. A morte do neto de 7 anos de idade do ex-presidente, Lula, me chocou, não só pelo fato em si, mas, também pela intolerância mostrada por inúmeras pessoas, que foram às redes sociais comemorar e falar tantas barbaridades que somente uma sociedade doente, é capaz de produzir.

É de se lamentar, mas boa parte de nossa sociedade está doente sim, pois, quando falta empatia, o caso se torna patológico. Lula é um criminoso, deve pagar com todo o rigor pelos crimes que cometeu e, vai ainda pagar pelas outras práticas criminosas que realizou quando presidia esse país. Mas, ninguém tem o direito de tripudiar, desrespeitar a morte de uma criança. Lula teve o direito a sair da prisão, vou esperar para observar os comentários, se Flávio Bolsonaro (PSL) for realmente investigado, julgado e se for condenado, a visão a seu respeito será a mesma?

As pessoas não estão entendendo. A defesa tem que ser pelo país, não a políticos e partidos como se estivéssemos em uma arena acompanhando uma partida de futebol. As pessoas estão perdendo a noção da realidade, estão se deixando levar pelo fanatismo onde o objetivo principal não é o bem do Brasil, mas, sim, a eliminação de quem pensa diferente.

Quando agimos e pensamos assim, ficamos desatentos e qualquer coisa errada no governo que defendemos, deixamos passar batido ou nos tornamos cúmplices através de uma defesa cega. Isso aconteceu com o PT e, agora acontece com os defensores do atual governo, que, aliás, eu acredito e torço para que dê certo. Devemos torcer pelo Brasil, para que esse governo acerte para nos tirar da maior crise de nossa história, deixada por Dilma Rousseff (PT). Mas, se não acertar, eu torcerei para que saia, pois, o país é muito mais importante do que qualquer político, partido ou ideologia. Por isso temos que nos livrar desse apagão moral, que tanto envergonha quem olha a política de forma sensata.

Moral seletiva

É inacreditável a sordidez de quem defende o ditador, Nicolas Maduro. A Venezuela enfrenta a maior crise de sua história, as pessoas morrem de fome e ainda tem gente que defende o criminoso Maduro? Se estão preocupados com o petróleo venezuelano, então mais um motivo para tirar o roliço Maduro do poder. Hoje o petróleo é dele e de sua gangue, não do povo faminto da Venezuela. Está na hora das lideranças que defendem o ditador acordar para a realidade. A vida é muito mais importante do que a ideologia.

 
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