Eu nunca tive medo de me expor, até porque, sempre dei e darei espaço para todos os pensamentos políticos e visões de mundo. Além disso, vale dizer que o texto que logo iniciarei a escrever, não representa uma torcida, apenas uma leitura realista do que acontece com o nosso país e, o que levará ao provável resultado na eleição presidencial a praticamente, uma semana da votação no segundo turno.

O fato, é que Jair Bolsonaro (PSL) não vai ganhar a eleição, porque a elite é contra os pobres, negros e homossexuais. E nem vai ganhar para que o porte de armas seja liberado. Ele vai ganhar a eleição de Fernando Haddad (PT), o ventríloquo de Lula (PT), porque justamente a população não aceita mais o discurso maniqueísta do Partido dos Trabalhadores.

Enquanto que a população está preocupada em ter emprego, escola para os filhos e saúde para a família. Sem contar, o direito de viver sem sofrer violência. A propaganda petista insiste em fugir da realidade, desvia o foco para tentar ofuscar os seus erros quando teve a oportunidade de governar o país e, à falta de propostas para nos tirar dos problemas causados pelo governo de Dilma Rousseff (PT). Dessa forma, delira ao denunciar o perigo de voltarmos a uma ditadura, com uma futura perseguição estatal a homossexuais, pobres e negros. É a eterna retórica da defesa de minorias, quando na verdade, a intenção é dividir as pessoas em castas para dominá-las.

O PT se um dia quiser voltar a ser aceito pela sociedade brasileira, precisa entender o recado das ruas, que é de rechaço as suas práticas e, pela falta de reconhecimento de que se embriagou com o poder ao ponto de cometer erros graves, que a população não tolera mais. Falta ao partido a mea culpa, a sinceridade de reconhecer que precisa se reciclar, se afastar de malfeitores que mancham o seu nome e começar uma nova história. É por isso que Haddad perderá a eleição.

Outro ponto importante a destacar, é que qualquer brasileiro inteligente sabe bem, que vivemos em um estado democrático de direito, portanto, não há cabimento essa campanha pela “democracia”, como se os petistas e a esquerda em geral fossem os guardiões do povo. A população não quer essa tutela, não quer o controle social da mídia, rejeita um Estado inchado, burocrático, ineficiente e explorado para acomodar os “companheiros”. As pessoas querem o incentivo à livre iniciativa, a desburocratização e a redução da interferência estatal, como forma de aquecer a economia e fazer o país se desenvolver.

Também é importante rebater a retórica da defesa dos mais pobres. Não podemos negar que houve avanços no governo Lula, mas, infelizmente os petistas perderam a oportunidade de tornar a velha esperança em realidade, quando preferiram por um projeto de poder, eternizar os mais pobres através de um programa social, quando na verdade, este deveria ter sido apenas um primeiro passo na direção do desenvolvimento dessas pessoas. O escritor argentino, Mariano Grondoña, afirmou certeiramente ao dizer que os populistas amam tanto os pobres que os multiplicam, ao invés de tirá-los da pobreza.

E o que falar do chamado discurso de ódio? Bolsonaro passou dos limites em muitas de suas declarações, isso é inegável e deve ser criticado. Mas é no mínimo ingenuidade acreditar que ele criará um “fascismo a brasileira”, como se não tivéssemos um Congresso Nacional e um judiciário funcionando dentro da normalidade. Se fosse assim, Lula também seria um perigo ao chamar o “exército de Stédile”, ao convocar o MST que logo passará a responder pelas suas ações. Ou quem lembra da intelectualoide, Marilena Chauí, sob os aplausos de Lula, dizendo que odiava a classe média? Disse ela: “A classe média é o atraso de vida, é a estupidez, é o que tem de reacionário, conservador, ignorante, arrogante e terrorista. É uma coisa fora do comum a classe média que é fascista, é violenta e ignorante”.

Quem sabe podemos lembrar da deputada federal, Benedita da Silva dizendo o seguinte: “Quem sabe faz a hora e faz a luta. E na minha bíblia está escrito que sem derramamento de sangue, não haverá redenção. Vou a luta e vamos à luta com qualquer que sejam as nossas armas”, bradou. E a cereja do bolo, com José Dirceu afirmando categoricamente ao El País, que é questão de tempo para tomarem o poder. Serão esses discursos de paz?

Sei que serei severamente criticado. Não pelo fato de estar simplesmente fazendo uma análise crítica baseada em fatos. Eu serei criticado pelos seduzidos, pois, ser de esquerda se tornou um fetiche por representar para uma parcela da sociedade, uma intelectualidade, quando na verdade é vazia, acabando muitas vezes num discurso superficial.

Jovens universitários defendem um país socialista viajando para o exterior, segurando os seus iphones, morando em belas residências sustentados pelos pais bem sucedidos, enquanto vomitam um discurso arrogante, como se realmente tivessem a solução para o mundo. Não percebem que a igualdade socialista, nada mais é, do que igualar as pessoas na pobreza, na miséria e no controle absoluto do Estado. Sem contar que para esses inteligentinhos, Stalin, Lenin e Trotsky não foram os assassinos que foram, para impor as suas ideias.

E para encerrar, um recado para os eleitores do Bolsonaro. Não o tenham como um salvador da pátria, isso não há, nem em filme. Se pensarem assim, se decepcionarão. O próximo presidente que tem o nome de Messias, enfrentará inúmeros desafios e terá que adotar medidas duras e difíceis para todos nós. Mas isso acontecerá se Bolsonaro entender que poderá se tornar um estadista, caso contrário, na próxima eleição estaremos lamentando mais uma decepção.

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Diferença

A crítica ao Partido dos Trabalhadores não é de forma generalizada e nem pessoalizada. Em Santa Catarina, por exemplo, temos lideranças absolutamente capazes e que não concordam com as más práticas de petistas da cúpula do partido. Vale destacar que as lideranças do PT catarinense, não tem máculas que denigram a sua imagem. Falta é um posicionamento claro contra o que vem acontecendo no partido. Também é importante destacar que os demais partidos de esquerda tem lideranças valiosas, que não concordam com o que se passou nos governos petistas.

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Apoio a Merisio

Na manhã de sábado, o candidato a governador Gelson Merisio (PSD) reuniu apoiadores para uma reunião de trabalho que motivou aos presentes para a última semana desta eleição para governador e presidente. “Eu não acredito em improviso. É o trabalho e o preparo que dá legitimidade pra exercer a representação do povo de Santa Catarina. Cumprimos muito bem nossa primeira etapa. Chegamos em primeiro lugar. Agora temos muito trabalho nessa última semana. Há uma grande faixa de eleitores que está silenciosa”, afirmou Merisio. Ele fez questão de destacar que tem experiência no Legislativo, assim como Jair Bolsonaro (PSD), o presidenciável que apoia, que tem sete mandatos de deputado federal. Marcaram presença no encontro o presidente de honra do PSB, Paulinho Bornhausen, além do senador eleito Esperidião Amin (Progressistas) e o candidato a vice-governador, João Paulo Kleinübing (DEM).

Em Joinville

O candidato ao Governo do Estado, Comandante Moisés (PSL), começou a última semana de campanha no Norte. Ontem, aproveitando a “Onda Bolsonaro”, o pesselista participou de uma caminhada nas ruas de Joinville, ao lado do presidente estadual do partido, Lucas Esmeraldino que ainda aguarda por uma decisão judicial, para saber se terá uma vaga ao Senado. Moisés em seu discurso, destacou que pretende dar uma atenção especial à duplicação da BR-280 e aos acessos a BR-101. Outro ponto tocado pelo candidato, foi a saúde, propondo que os hospitais regionais se tornem polos de especialidades, a exemplo do Hospital São José. Já a candidata a vice de Moisés, Daniela Reinehr (PSL), participou de um ato pró-Bolsonaro em Chapecó, onde aproveitou para discursar.

Polêmica na Aprasc

Plenária sobre a eleição da nova diretoria da Associação de Praças de Santa Catarina (APRASC), terminou em polêmica na última semana. O evento que reuniu 400 associados, corria bem até que o clima esquentou com um fato: a decisão votada em assembleia de disponibilizar os dados dos associados para as chapas inscritas desapareceu misteriosamente da ata. Em um tempo em que a sociedade prega total transparência, o sumiço gerou estranheza.

Chapecoense

Nesta semana a chapa de oposição para a presidência da Chapecoense será formalizada. Com o apoio da classe empresarial, nomes como o de Jayme Bordignon, irmão de Jandir Bordignon que era vice-presidente quando faleceu na tragédia de Medellín, é um dos principais cotados. Outro chamado é o empresário Maurício Zolet. Além deles, outros nomes também aparecem como possibilidade, a exemplo dos empresários Marcos Barbieri, Bento Zanoni, João Stakonski e Orivaldo Chiamolera.

 

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