CPI dos transportes na capital, a reunião do MDB, Buligon quer um novo Fonplata entre outros destaques

Marcelo Lula

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Destaque do Dia

Brasao
Berger deve presidir o MDB estadual.

O MDB se reuniu ontem a pedido do senador Dário Berger (MDB), para discutir algumas pautas indigestas. O encontro que teve até convocação oficial de parte da executiva estadual, chamou a atenção desde o início, pelo fato de sete deputados estaduais não terem comparecido.

Foram várias as justificativas para a ausência dos parlamentares, mas, chamou a atenção que o grupo que faltou, é o mesmo que definiu em uma votação pelo nome de Mauro De Nadal para que fosse o candidato a presidente da Assembleia Legislativa e, que acabou sendo o vice de Júlio Garcia (PSD).

Algumas lideranças chegaram a questionar, se os deputados não compareceram para evitar a discussão do racha na bancada, tema proposto por Valdir Cobalchini, situação que se mantém desde a escolha do nome de Nadal. O suplente de deputado, Edinho Bez, chegou a justificar a ausência do deputado, Volnei Weber.

Entre os que participaram, lá estavam o ainda presidente estadual, Mauro Mariani, Dário Berger, a bancada federal e apenas Ada de Luca, Cobalchini e Moacir Sopelsa de deputados estaduais. Todos se mostraram preocupados com a situação da bancada na Alesc. “Essa situação não pode continuar. O nosso partido nunca esteve tão desunido na Assembleia”, disse uma liderança durante o encontro.

Liguei para Cobalchini, que se limitou a dizer que está disposto a dar uma oportunidade para uma reaproximação com a bancada, mas, que depende de um gesto dos demais parlamentares. “A bola está com o partido”, destacou. O deputado não disse, mas, o fato é que ele ainda aguarda a vaga de presidente da Comissão de Constituição e Justiça na Alesc.

Outra pauta da reunião, foi a presença de emedebistas no governo de Carlos Moisés da Silva (PSL). Berger foi o primeiro a defender que o partido não ocupe cargos, proposta que foi acompanhada pelos demais. O partido emitirá um comunicado aos filiados, determinando que se licencie quem ocupar qualquer espaço no governo estadual. O primeiro a tomar a decisão, foi o secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli.

Conforme já havia sido adiantado pela coluna, o ex-governador, Eduardo Pinho Moreira, decidiu não disputar a presidência estadual do MDB. Ontem, Dário Berger e Celso Maldaner mantiveram os seus nomes, sendo que o senador teria, em tese, o apoio da maioria. A convenção será em maio.

Eleições municipais

O MDB voltará a se reunir, para discutir o planejamento estratégico para as eleições do próximo ano. Na reunião de ontem na sede do partido, ficou decidido que o objetivo é manter o maior número de prefeituras.

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Reunião da mesa

Garcia convocou a mesa diretora.

O presidente da Assembleia Legislativa, Júlio Garcia (PSD), convocou uma reunião com os integrantes da mesa diretora, para hoje as 11h, na sala de reuniões da presidência. O Governo do Estado deve enviar para a Alesc, a Reforma Administrativa até o final de fevereiro. Primeiro serão analisados os vetos.

Bancada do Oeste

Idealizada pela deputada estadual, Marlene Fengler (PSD), a bancada do Oeste na Assembleia Legislativa, se reúne hoje as 09h, na sala do vice-presidente do parlamento, Mauro De Nadal (MDB). Ao todo, 15 deputados devem participar do encontro para discutir as pautas do Oeste.

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Paz em Joinville

Conforme adiantado pela coluna, um café no domingo (10) a noite no Shopping Müller, começou a encaminhar a paz e a desobstrução da pauta na Câmara de Vereadores de Joinville, com a formação das comissões. Os governistas ficaram com a maioria em todas as comissões, muito embora, algumas ficaram sob a presidência dos chamados independentes. Dessa forma, os trabalhos foram normalizados com as reuniões ordinárias das comissões. Pelo menos 24 projetos já estão na pauta.

CPI do transporte

Uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), para apurar irregularidades no transporte coletivo de Florianópolis, foi instituída na Câmara de Vereadores da capital na sessão de ontem. O parecer favorável da procuradoria da Casa, foi lido pelo presidente, Roberto Katumi (PSD). Conforme o Artigo 52 do regimento interno da Câmara, a CPI tem poder de investigação própria e, é constituída por 5 membros, sendo 1 presidente e 1 relator. Katumi pediu a indicação dos nomes dos membros para os partidos que compõem a Câmara. Além do aumento da tarifa, será investigado o processo de licitação para a concessão do serviço de transporte e, a falta de utilização dos terminais da Região Continental e do Saco dos Limões após sua construção. A investigação será a partir do ano de 2002, quando foi implementado o Terminal de Integração do Centro (TICEN).

Composição da CPI

A Comissão Parlamentar de Inquérito na Câmara de Vereadores de Florianópolis, será composta por um membro do bloco (DEM, PTB, PSC e PSB), um membro do bloco (PRB, PSD e PR), além de um vereador do MDB. As duas vagas restantes serão decididas entre o Progressistas, PSDB, PSOL, PT e PDT. O presidente Roberto Katumi (PSD), não participará dos trabalhos da comissão.

Novo Fonplata

O prefeito de Chapecó, Luciano Buligon (sem partido), quer fazer um novo financiamento via Fonplata, o mesmo realizado na época em que João Rodrigues (PSD) foi prefeito. Buligon almoçou com a bancada governista no final de semana, em encontro que não teve a presença dos vereadores, Valmor Scolari, Astrit Tozzo e Luiz Paulo Carraro, ambos do PSD que se tornaram independentes. O valor não foi informado. Para aprovar um novo financiamento, Buligon precisará do apoio da maioria na Câmara. Na abertura dos trabalhos dos vereadores, João Marques Rosa (PSB) foi anunciado como o novo líder do governo.

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Todos contra o decreto

Sobre a discussão em relação a anulação dos decretos assinados pelo Governo do Estado no final do ano passado, determinando o aumento da alíquota de ICMS para produtos da cesta básica, o deputado estadual, Vicente Caropreso(PSDB), avalia como compreensível a necessidade de equilibrar o caixa estadual e aumentar a arrecadação para pagar em dia os fornecedores e a folha de pessoal. Para Caropreso, o ideal seria equilibrar a máquina pública através do enxugamento de despesas e, não através de elevação da carga tributária. “Somos totalmente contra o aumento de qualquer imposto”, afirmou. Ontem, o presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt, demonstrou preocupação com a situação.

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Proposta de Sustação

A bancada do Progressistas na Assembleia Legislativa apresentou no final da tarde de ontem, uma proposta de sustação de ato para os decretos assinados pelo então governador do Estado, Eduardo Pinho Moreira (MDB). Pelos decretos, o ICMS incidente sobre produtos básicos como feijão, arroz, macarrão, farinha e pão, por exemplo, passaria de 7% para 12%, com um aumento de 58,3%. A bancada questiona se Pinho Moreira poderia publicar o decreto, sem antes ter passado pela aprovação da Alesc. A Proposta de Sustação de Ato (PSA), foi assinada pelos três deputados da bancada, Altair Silva, João Amin e José Milton Scheffer e protocolada na ALESC.

Pagando a conta

O ex-governador, Eduardo Pinho Moreira (MDB), me disse que está pagando uma conta que não é sua, ao falar sobre o decreto que tirou o incentivo fiscal de produtos da cesta básica. Ele explicou que o decreto assinado no ano passado, teve o apoio da então equipe de transição, incluindo do atual secretário de Estado da Fazenda, Paulo Eli, que defende a retirada do ICMS de alguns produtos importados que estavam compondo a cesta básica. “O Paulo Eli me explicou que todos os produtos independente de qualidade e origem, estavam com a alíquota de 7%. Um exemplo era o arroz vindo da Itália, com o mesmo percentual que os produzidos em Santa Catarina”, detalhou Pinho Moreira. Outro produto que também estava sendo beneficiado, era a água francesa Perrier. “Parece que eu fiz para prejudicar o estado, que nada. Vai prejudicar a indústria de outros países e estados que tinham a mesma isenção dos produtos catarinenses”, afirmou o ex-governador.

Governo Moisés

Questionei o ex-governador, Eduardo Pinho Moreira (MDB), a respeito do governo de Carlos Moisés da Silva (PSL). Ele disse que o governador atual está vivendo de gestos, a exemplo do cafezinho dos servidores e do helicóptero. Pinho Moreira lembra que a aeronave sempre esteve a disposição para o transporte de órgãos para transplante. Quanto a venda do avião, ele considera um gesto equivocado. “Com o avião, o governador pode ir de manhã a Brasília na reunião com o ministro, Sérgio Moro, e a noite prestigiar a posse do presidente do Tribunal de Contas, ou, cumpre uma agenda no Oeste de dia e, a noite no Norte do estado”, disse Moreira. Para o emedebista, os gestos é o que o atual governo pode ofertar neste momento. “A partir de fevereiro com a reforma administrativa, é que as coisas podem aparecer de forma efetiva”, completou.

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Rebateu

O líder do governo na Assembleia Legislativa, coronel Onir Mocellin (PSL), rebateu a crítica do deputado estadual, Ivan Naatz (PV) publicada ontem pela coluna, que criticou o veto do governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), ao projeto de Kennedy Nunes (PSD). A matéria aprovada pelo parlamento no ano passado, proíbe o acúmulo de salários de servidores aposentados, ou da reserva no caso de militares. Mocellin explica que ninguém terá supersalários e, que no máximo se pode ganhar no poder público, o teto que é de R$ 33 mil, que é o salário dos desembargadores e, detalha: “Um coronel, ou um delegado, recebem no máximo R$ 26 mil. Para chegar aos R$ 33 mil, precisa de R$ 7 mil, que ainda terá descontado desse valor, 27,5% de imposto de renda, e 14% da previdência. Não vai receber mais do que R$ 4 mil de diferença para ser um secretário de Estado”, disse Mocellin.

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Bloco liberal

O deputado estadual, Nilso Berlanda (PL), falou ao governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), que o seu partido está comprometido a votar todos os projetos que forem em benefício da população catarinense. De acordo com Berlanda, é preciso dar uma oportunidade a Moisés, para que ele coloque em prática a prometida administração diferente. “Não estamos com o governo, mas, estamos no bloco com o PSL e ajudaremos no que for melhor para o nosso estado”, disse Berlanda. Vale destacar que o PR foi extinto para dar lugar ao Partido Liberal (PL).

Jantar na Agronômica

Hoje as 20h na Casa D’Agronômica, o governador Carlos Moisés da Silva (PSL) recebe o bloco formado pelo PSDB, PSD, PDT e PSC. Ao contrário da semana passada, quando todos os deputados dos blocos convidados foram ao jantar, hoje é possível que alguns parlamentares que já estão se colocando como oposição a Moisés, não compareçam ao encontro.

Concurso para a PM

O governador, Carlos Moisés da Silva (PSL), acompanhado do comandante-geral da Polícia Militar de Santa Catarina e atual secretário da Segurança Pública, coronel, Carlos Alberto de Araújo Gomes Júnior, anunciou a abertura de concurso com mil vagas para o ingresso na carreira da Polícia Militar e a prorrogação da Operação Veraneio até 11 de março. Os dois pronunciamentos foram feitos do gabinete da Casa D’Agronômica. Juntas, as duas medidas representam um investimento de mais de R$ 5,4 milhões do Governo do Estado.

Obrigado, Boechat

O argentino mais carioca que já vi, partiu ontem para uma nova fase espiritual, deixando aqui, um Brasil órfão de suas verdades. Ricardo Boechat perdeu a sua vida numa tragédia estúpida, dolorosa, mas, mesmo assim saiu de cena causando comoção e deixando um país parado prestando atenção nele, assim como era em todas as manhãs. Quando alguém morre, geralmente vira o melhor, o mais bonzinho, mas, o fato é que Boechat era mesmo um grande jornalista, diferenciado, com uma linguagem própria e uma rapidez de raciocínio que tornava os seus discursos uma verdadeira provocação ao pensamento crítico. Eu sempre tive em Ricardo Boechat, uma das minhas inspirações no jornalismo. Quando faço comentários na rádio, tento seguir os seus passos, claro, muito mais limitado, sem a sua sagacidade e inteligência, mas o fato é que sempre o via como um professor. Em um momento em que nós jornalistas estamos sofrendo ataques constantes, vejo o quanto fará falta um Boechat, aquele cara calvo que provocava em nós, profissionais da comunicação, a coragem para dizer e escrever o que precisa ser divulgado. Descanse em paz e, obrigado professor Boechat.

Fraude?

E os laranjas do PSL nacional? Amanhã eu comento sobre o assunto.

 

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