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Confira os secretários que devem sair caso Moisés volte e outras notícias

Trio vota

O trio composto por Caroline De Toni (PSL), Daniel Freitas (PSL) e Gilson Marques (Novo) votaram a favor da continuidade do projeto que criaria a possibilidade de Impeachment aos ministros do STF, por invasão de competências. Apesar dos votos favoráveis, o projeto não foi aprovado. Para votar esse tipo de pauta precisa ter coragem e vontade de mudar o país.

A votação na tarde de hoje (05), foi apertada, com 32 deputados votando sim e 33 votando contra a continuidade do projeto.

A votação da PL 4754 que criaria a possibilidade de Impeachment por ativismo judicial aconteceu na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados.

Voto de Darci

Darci de Matos (PSD) foi o único catarinense a se opor à possibilidade de Impeachment contra ministros do STF.

É a segunda vez que o parlamentar fica do lado do STF. A primeira foi na prisão arbitrária de Daniel Silveira (PSL). Daniel errou? Claro que sim, ele mesmo admitiu.

Mas Alexandre de Moraes errou, os demais ministros do Supremo erraram e depois, o parlamento chancelou essa jabuticaba. É um representante do povo na hipótese e representante dos Poderes de fato.

A pergunta que não quer calar: Qual a razão de Darci não se opor ao STF?

Darci alega inconstitucionalidade

Questionei o voto do parlamentar, que respondeu o seguinte: “O Projeto tem mérito e realmente endurece com o STF, o que se faz necessário. Porém o projeto não é constitucional e a CCJ só trata da constitucionalidade e não do mérito. O projeto não tem consistência jurídica para prosperar. Infelizmente!”

Premiado

No mesmo dia que vota de forma atabalhoada, Darci de Matos ganha um presente da maioria da Câmara dos Deputados. A partir de agora, ele é um dos vice-líderes da maioria na casa. Foram alçados à posição juntos com Darci, Hélio Lopes (PSL), Lucas Vergílio(Solidariedade) e Cacá Leão (PP).

Associativismo de Proteção Veicular

O deputado federal Lucas Vergílio tem sido um dos políticos que mais defendem as seguradoras contra as associações de proteção veicular. O parlamentar tem atuado para denegrir a imagem das associações de proteção veicular em todo o país.

Apesar da tentativa, a modalidade preservada pela Constituição já foi aceita no Superior Tribunal de Justiça e até a Susep já compreende o mutualismo como realidade.

Nomes

Gleisi Hofmann (PT), Maria do Rosário (PT) e Túlio Gadelha (PSOL) foram um dos deputados que votaram junto com Darci de Matos, barrando a tramitação do projeto.

Dança das cadeiras

A votação desta sexta-feira (07) vai se aproximando e nada de relevante vai mudando para impedir a volta de Moisés ao governo do estado. Caso isso aconteça, algumas mudanças certamente irão acontecer.

Ainda nesta semana, já havia informado que Carmen Zanotto não deve ficar na pasta. Apesar de já ter sido convidada por Moisés, a aproximação com Daniela foi uma ruptura com o governador afastado. Neste primeiro momento, André Motta Ribeiro deverá voltar para o cargo. Mas a sua manutenção não é garantida, segundo me disse uma fonte.

Já na Fazenda, Paulo Eli também será reconduzido, bem como, na Santur, Mané Ferrari.

A Casa Militar também vai receber novamente o tenente-coronel André Alves. Daniela havia nomeado o tenente-coronel Alessandro Marques. André é um dos principais aliados de Carlos Moisés.

Buligon também é outro que deverá ser recepcionado novamente no governo Moisés. A Procuradoria também deverá mudar, a volta do ex-procurador Alisson de Bom de Souza é considerada certa.

Esses são apenas alguns exemplos dados como certos, mas a dança das cadeiras deve ser ainda maior.

Secom

Moisés admite que o maior erro foi na comunicação. Sua participação gélida enquanto esteve na cadeira não deverá se repetir, pelo menos essa é a promessa. O governador promete uma postura diferente e uma atenção totalmente diferente em sua comunicação com o catarinense e a imprensa em geral.

Portanto, mudanças deverão acontecer na pasta e, sobretudo, no seu posicionamento político.

Senado

Pessoas ligadas ao PTB, partido de Roberto Jefferson, me informaram que Kennedy Nunes (PSD) estaria se aproximando do partido e discutindo a possibilidade de se filiar na sigla. Aliado de Damares Alves, ministra de Bolsonaro, o deputado estadual catarinense poderia tentar disputar uma cadeira no Senado Federal.

O PTB sonha em emplacar Damares Alves no partido e como candidata a vice-presidente de Bolsonaro. Kennedy seria o candidato ao Senado pelo partido em Santa Catarina.