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O Brasil está quebrado e Bolsonaro não mentiu

Vivemos na esperança de um estado com líderes que representassem a grandeza do poder, que pudessem se portar como grandes líderes à frente de uma nação.. Mas o que vemos são polêmicas e mais polêmicas de um presidente que fala a primeira coisa que vem na cabeça e não se comporta como tal.

Mas espera aí! Quem disse que o povo realmente quer um presidente de paletó, fala empostada e medindo as palavras? Tínhamos em menos de 3 anos um presidente que servia como doutrinador ao Direito, envolvido na arquitetura da Constituição de 88 e ultra conhecedor das entranhas do poder. Mas também, vimos um homem que usava os bastidores do poder para macular e eternizar a sua mantença nas artérias do nosso estado e sobretudo, lambuzando-se na corrupção encrostada no poder.

Essa não é ainda a melhor definição. Tínhamos antes, líderes do PT e sobretudo Lula, que por mais de uma década representaram o amor e a virtude do homem como característica para estampar os piores momentos políticos de nossa história, falsas ilusões do homem bom.  Tudo isso, com a anuência do parlamento, que volta e meia haviam trocas de integrantes nas cadeiras, mas sob a batuta dos mesmos caciques partidários.

Esse parlamento sustentou o poder e a fissura do estado, os intelectuais e artistas levavam à população uma falsa definição de bondade desses poderosos através de seus acervos culturais e “poéticos” (aliás, Rothbard a mais de duas décadas atrás, dissecava essa postura dos artistas e intelectuais, que precisavam apoiar essa política para continuar sendo beneficiados pelo estado)  e por fim, o Supremo Tribunal Federal cumpria seu papel de implantar “pontes safenas” nas artérias do poder, totalmente entupidas pela corrupção. Pobre Boécio, certamente teria chorado ao dialogar com a filosofia sobre os tempos atuais.

A partir de 2016, um levante popular formou-se contra esse “modus operandi”, exigindo uma mudança de postura e um novo norte ao país. Nesse momento, o povo não pedia um lorde no auge de sua pompa, mas um líder que pudesse levantar a bandeira das massas e o recado de mudança.

É sabido que a verdade e as mudanças nas estruturas estavam registradas nessas bandeiras e sobretudo, nova postura em relação aos problemas crônicos do país. A partir daí, surge um homem que não se preocupava com a melhor linguagem, mas sim, se fazer entendido diante dessas claras narrativas.

Com a eleição de Bolsonaro, a linguagem mudou e o que importa agora não é o conjunto literal rebuscado, mas sim, a compreensão do receptor. E convenhamos, são nas manifestações diretas de Jair Bolsonaro que o recado tem sido dado. Como é o caso do recado dessa semana, pois o parlamento não anda junto em favor do Brasil, nem mesmo o Supremo Tribunal Federal. Estes, agora, urgem contra o andamento da nação e quanto mais difícil for para esse governo, mais fácil será para a retomada dos tempos anteriores e o recenseamento desses poderosos.

O que mudou de 1824 para cá, é que o poder ainda é dividido entre os áulicos, mas não é mais liderado por um soberano. Mas estes, com ou sem o soberano, vivem unidos e favorecidos pelas benesses trazidas pelo sofrido povo brasileiro.

Eu poderia ter feito um texto mais simples?

Sim, poderia. Mas é para mostrar que nem sempre a robustez de um texto substitui a beleza de um recado claro e direto. Em suma: Novos tempos exigem sinceridade dos líderes. Mas alguns não se agradam dessas verdades. É o caso de PT, MDB, os partidos de esquerda, os artistas e intelectuais que dependem do governo, os professores doutrinadores que precisam do estado inchado e das massas de manobras e sobretudo, a imprensa suja. Portanto, o Brasil está quebrado e Bolsonaro não mentiu. O recado foi dado!