Parente se antecipou antes de ser demitido e deve ir para a BRF

Pedro Parente se antecipou e antes de ser demitido pelo presidente da República Michel Temer (MDB), pediu para deixar a presidência da Petrobrás em encontro na manhã de hoje. De acordo com uma fonte, a pressão para a mudança da política de preços da estatal e as fortes críticas durante a crise com os caminhoneiros, enfraqueceram o nome de Parente.

Desde assessores próximos a Temer, que aconselhavam a saída de Parente, quanto senadores e deputados da base que chegaram a exigir a troca do comando da Petrobrás, entendiam que a permanência geraria mais desgastes e poderia  até mesmo provocar novas manifestações. Governadores, a exemplo do catarinense Eduardo Pinho Moreira (MDB) também reforçaram o coro pela demissão.

Parente que já chegou a dizer que havia terminado a influência política na estatal, cai para evitar que a situação de Temer se deteriore ainda mais, acredite, isso ainda é possível, além do claro sinal de que o governo poderá a exemplo do que aconteceu no governo Dilma Rousseff (PT), exercer uma forte influência na política de preços. Mas é preciso que se torça para que Michel Temer não cometa os mesmos erros da petista, que gerou uma política artificial de preços que foi devastadora para a Petrobrás. A estatal deverá nomear um CEO até que o novo presidente seja escolhido.

Na BRF

Há alguns dias, Pedro Parente pediu ao conselho da BRF, que segurasse a nomeação de um CEO. Quando vazou essa informação, começaram as especulações sobre a possível ida dele para o comando da agroindústria.

 

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