O “peso” do apoio de Bornhausen na eleição

Uma entrevista concedida pelo ex-governador Jorge Konder Bornhausen, ao blog do jornalista Marcos Schettini, provoca o que se mede na política como “o peso e o contrapeso” numa eleição. Líder da velha guarda, o caudilho respeitado até os dias de hoje, apesar da aparente ausência do processo eleitoral direto em Santa Catarina, disse e justificou que vota em Mauro Mariani (MDB) governador influenciado pela presença do tucano Napoleão Bernardes (PSDB), sigla do velho amigo Geraldo Alkmin, de quem Bornhausen é amigo e conselheiro.

Trata-se de um voto de “peso” em favor de Mariani e Bernardes. Trata-se de um voto de “contrapeso” se a eleição for para o segundo turno. Isso porque se a eleição de Santa Catarina tiver a “lógica dos analistas”, que indicam uma disputa Mariani X Merísio, será o PT quem vai decidir a eleição. Bornhausen é em Santa Catarina mais que um adversário do PT, trata-se de um inimigo dos petistas.

PTsulando

O PT concentrou dois dias de forças em campanha pelo Sul do Estado, onde está uma das maiores forças do partido. Os compromissos assumidos são basicamente os mesmos das demais campanhas que já estiveram na região, como é o caso do Centro Tecnológico. Criciúma é a cidade catarinense com a mais forte base de atuação sindical, logo seus vínculos com o PT estendem-se às organizações sindicais laborais.

Debate na reta final

Os candidatos a governador devem participar do Debate do Sul, que será realizado pelas rádio Eldorado de Criciúma, Araranguá de Araranguá e Marconi de Urussanga, no dia 1 de outubro (uma segunda-feira, às 8h). Os representantes dos partidos tiveram reunião para definir as regras. O debate será transmitido pelo rádio, pela televisão e por emissoras vem aderindo a transmissão.

 

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