A galhofa do PCO, CCJ da Alesc aprova o fim do benefício médico a parlamentares entre outros destaques

Castro se mostrou despreparado.

Ontem a coluna do colega Upiara Bosch, do Grupo NSC, me chamou a atenção para a entrevista do candidato ao Governo do Estado, Ângelo Castro (PCO). Fui assisti-la e, constrangimento, é a palavra a ser usada.

A democracia é maravilhosa, todos devem ter o direito a se expressar, mas daí, brincar com coisa séria já é demais. Neste caso, por exemplo, a democracia a qual sempre deve imperar, gerou um custo alto para todos nós.

Termos um partido distribuindo candidaturas nos estados, para simplesmente “denunciar” um “pseudo golpe, Lula Livre e Lula Presidente”, é um desrespeito que deveria ser considerado crime eleitoral, afinal, vai dinheiro público para essa gente fazer a sua galhofa.

Lembro que o candidato Ângelo Castro que não passa de uma caricatura da velha esquerda, não veio à Sabatina em Chapecó. Se viesse, seria mais um espaço onde o seu discurso sem fundamento, tiraria preciosos minutos de gente séria que deseja discutir o Estado. Louvado seja a Cláusula de Desempenho, pois fará uma limpa em ditos partidos que nada tem a dizer.

Castro me parece uma vítima da “Causa Operária”. A cada tantas palavras ele repete que o seu partido é contra o golpe, Lula livre e Lula presidente. Pregou a luta contra a burguesia e o capital, e se mostrou totalmente longe da realidade. Imaginar quantos jovens estão sendo massacrados por pregações da mesma natureza em partidos ou entidades iguais ao PCO, que se tornam verdadeiros mantras nas mentes em formação. O problema, é que essas pessoas saem fazendo um discurso acéfalo, sem o mínimo embasamento ou senso de realidade.

A irresponsabilidade da Executiva Nacional do PCO é tamanha, que coloca candidatos nos Estados que nem sabem quais são as prerrogativas de um governador. Castro não conseguiu responder a uma pergunta dos entrevistadores que estavam notadamente constrangidos. Ao responder sobre a dívida de R$ 19 bilhões, defendeu o calote por considerar injusta as dívidas internas e externas, ou seja, falou o tempo todo voltado as questões nacionais e nada sobre o Estado.

Que o TRE pegue esses exemplos, para criar mecanismos que evitem novas chacotas, a exemplo das proporcionadas pelo PCO, com o dinheiro do povo. Ah, sem contar que Castro considera a eleição uma fraude, pois a Lei da Ficha Limpa, para ele, é contra a esquerda. Que Lula e até mesmo Fernandinho Beira-Mar, tem todo o direito de ser candidato, pois, é o povo que tem que escolher.

Condenado

Ângelo Castro (PCO) teve um pedido de indeferimento de sua candidatura, devido a uma condenação por falsidade ideológica (piada pronta). Funcionário público da Dataprev em Brasília, ele foi condenado sob a acusação de ter usado um documento falso e a adulteração de uma nota fiscal de gastos em viagem, no valor de R$ 130,00, quando na verdade o gasto havia sido de R$ 30,00. Castro alegou que a adulteração foi para combater o desrespeito da Dataprev por considerar abusiva a prática da estatal em relação as diárias. Ele foi condenado em transitado e julgado.

Professores

O candidato ao Governo do Estado, Décio Lima (PT), participou de uma conversa com a categoria dos professores e profissionais da Educação, para apresentar as propostas de governo para o setor ontem na sede do Sinte-SC, em Florianópolis. Lima afirmou que duplicará o piso dos professores nos próximos quatros anos se for eleito, e que descompactará a tabela salarial de forma que um professor de nível superior, ganhe o dobro do piso salarial. “Vamos mexer na desoneração tributária, concentrada em 19 empresas, que somam R$ 6 bilhões e mais R$ 644,6 milhões com o fim das ADR’s. Além disso, vamos aumentar o repasse do Fundeb para o estado com a inclusão de 64 mil crianças e alunos na sala de aula, que hoje estão fora da sala de aula”, explicou. De acordo com o candidato, hoje o governo não cumpre o percentual mínimo de 25% de gasto na educação.

No Sinte

O candidato a governador, Leonel Camasão (PSOL) pela coligação Um Caminho Pra Gente, também participou ontem de uma conversa com o Sinte, na sede do sindicato. Camasão apresentou as suas ideias para os professores e a educação em geral.

Estado Mínimo

O candidato a governador da coligação “Aqui é Trabalho”, Gelson Merisio (PSD), disse ontem que se eleito, o seu governo será extremamente enxuto, com mais ações mesmo tendo menos repartições. Para isso, de acordo com ele, todas as obras que forem feitas serão em parceria com as prefeituras, ou por um consórcio de municípios. Para Merisio, isso tira a necessidade de uma estrutura em cada região, defendendo a rapidez de informação através da tecnologia.

Compromisso

O candidato ao governo pela coligação “Santa Catarina Quer Mais”, Mauro Mariani (MDB), encontrou-se ontem com o Conselho Estadual de Cultura e assinou uma carta de compromissos com o setor, que cobra uma política de Estado voltada para a área, garantindo investimento mínimo. No evento, que aconteceu no Centro Integrado de Cultura, o CIC, Mariani se comprometeu se eleito, em valorizar todas as manifestações culturais, democratizando o acesso aos recursos por meio de editais. Também assumiu o compromisso de encaminhar a criação da lei do mecenato, com incentivos fiscais voltados para a produção cultural. “Queremos prestigiar a diversidade cultural de todas as regiões, entendendo o setor também como importante vetor de desenvolvimento do Estado, gerador de emprego e renda aliado ao turismo, por exemplo”, destacou.

PSDB com Mariani

Ontem o presidente da Câmara de Vereadores de Chapecó, Itamar Agnoletto (PSDB), ligou para informar, que tanto ele, quanto a maior parte de seu partido está ao lado de Mauro Mariani (MDB). Segundo Agnoletto, o partido está coligado tendo como candidato a vice-governador, Napoleão Bernardes (PSDB). Porém, Ivan Carlos Agnoletto, irmão de Itamar, se manifestou pró-Gelson Merisio (PSD).

Pavan eleito

Ontem no retorno das sessões da Assembleia Legislativa, o deputado Leonel Pavan (PSDB) foi eleito como o novo 1º vice-presidente da Casa. O parlamentar ocupa vaga aberta na Mesa após o falecimento do deputado Aldo Schneider (MDB), que presidiu o legislativo estadual entre fevereiro e agosto. Neodi Saretta (PT) e Manoel Mota (MDB) abriram mão, prevalecendo o que defendia o deputado Valdir Cobalchini (MDB), que fosse um nome que não está disputando a eleição. Pavan disse que aceitou a missão para evitar uma disputa. “Em nome do consenso e atendendo a uma convocação do meu partido, o PSDB, coloquei meu nome à disposição, até porque precisávamos recompor nosso espaço na mesa diretora da Assembleia”, disse.

Segurança

A Associação de Praças de Santa Catarina, que representa os policiais e bombeiros militares do Estado entrevistou em sua radioweb, o candidato ao Governo do Estado pela sigla de Jair Bolsonaro, Comandante Moisés (PSL). Durante uma hora, o coronel da reserva teve a oportunidade de falar detalhadamente sobre suas propostas de governo para a área da segurança pública, destacando a corrupção como foco de todos os problemas. “Onde há corrupção instalada, há falta de dinheiro para o que realmente importa. Tendo um Estado mais saneado, teremos como melhorar as condições de segurança”, disse.

Fim do benefício

Depois de um período de três semanas sem reuniões devido ao calendário especial adotado este ano, a Comissão de Constituição e Justiça da Assembleia Legislativa retomou as atividades ontem. Entre as propostas que foram aprovadas pelos deputados, está a que revoga a resolução que autoriza o pagamento de despesas médicas aos membros do poder legislativo.

ATENÇÃO!! As atividades eleitorais dos candidatos à majoritária, são divulgadas conforme são repassadas as informações pelas coligações.

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