Conta que não fecha

Está de volta à pauta da cidade de Criciúma, no Sul do Estado, a dívida do Governo do Estado e da Prefeitura com o Hospital São José. Hoje às 13h30min duas reuniões, com agentes diferentes e em locais diferentes tratam do assunto que pauta uma terceira reunião chamada pelo Ministério Público Federal para o dia 25 deste mês. Mesmo com intervenções de toda ordem, compromissos assumidos recentemente e contas aparentemente zeradas, a polêmica está de volta. O hospital apresenta na reunião do Conselho Consultivo, hoje, um crédito de R$ 30 milhões. O Estado leva à reunião o relatório em que assume R$ 800 mil de dívida, sendo que a metade já foi paga e o restante agendado em dois pagamentos iguais nos próximos meses. No início da tarde os Secretários de Saúde dos municípios da Amrec também se reúnem para discutir o assunto.

Devedor

Para o Hospital São José e para a Secretaria de Estado da Saúde o devedor é o mesmo, o município. Para o hospital porque o contrato é com a prefeitura e para o Estado porque alega ter feito todos os repasses. O município reclama que o alegado “incentivo” deve ser dinheiro extra a ser repassado pelo Estado, que por sua não discrimina o politicamente prometeu como “incentivo” e joga isso no montante repassado.

Alegação

A prefeitura constituiu uma equipe que tem os seus cálculos. Estes são divergentes do relatório do hospital e do Governo do Estado. Só para se ter uma ideia da divergência, o município alega que não encontrou os tais R$ 16 milhões de “incentivo”, que deveriam ter sido pagos nos últimos 16 meses. Em última instância o atual governo do município recorre ao discurso político de que “a coisa estava muito bagunçada” para entender.

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