Buligon está ansioso pelo dia 7, Pinho Moreira concede entrevista à Super Condá, Décio Lima é o nome da união do PT entre outros destaques

Buligon está decidido a ficar na Prefeitura.
Foto: Marcelo Lula

Uma fonte me relatou nesse final de semana, que o prefeito de Chapecó Luciano Buligon (PSB) aguarda ansiosamente pelo próximo dia 7. A pressão seria grande de parte de alguns setores da sociedade para que ele seja candidato, porém, a liderança foi categórica ao afirmar que Buligon ficará até o final de seu mandato na Prefeitura.

A leitura é que além dos projetos administrativos, ele quer dar uma segurança aos munícipes como uma forma de mostrar que em meio a toda a turbulência política e a preocupação com a ocupação de espaços na Assembleia Legislativa e na Câmara dos Deputados, que Chapecó tem um prefeito 100% focado em governar.

Buligon não atendeu às ligações, mas a informação é de que a partir do próximo dia 10 a palavra de ordem é imprimir um ritmo mais acelerado com ações em diversas áreas. Uma das preocupações do prefeito, é o quanto antes realizar a audiência pública do transporte, o que não ocorreu ainda devido a uma demora do Tribunal de Contas do Estado, que até o momento não concluiu a análise do edital. Buligon teria uma agenda em Florianópolis nesta semana já para resolver a questão.

Ficarão

Se resistências ao deixar os cargos no governo de Eduardo Pinho Moreira (MDB) não serão bem vistas dentro do PSD, na data do desembarque na próxima sexta-feira (06). Por outro lado, o partido dará o salvo conduto ao secretário de Estado da Defesa Civil Rodrigo Moratelli, e ao secretário de Estado da Educação Eduardo Deschamps, para que permaneçam em seus cargos. Lideranças reconhecem a necessidade desses nomes permanecerem por uma questão meramente técnica. “Uma coisa é o engajamento político, o outro é a questão administrativa”, afirmou um dos caciques pessedistas.

Deschamps ficará até o final do atual mandato.

Resposta

A fonte do PSD catarinense ainda fez uma afirmação que chama a atenção, a respeito dos cortes de cargos indicados pelo seu partido, assim que Eduardo Pinho Moreira (MDB) tomou a frente do Governo do Estado. “Toda a resposta será dada na hora certa”, afirmou.

Renúncia de Colombo

Dentro do PSD estadual não se fala em outra coisa, a não ser o evento do próximo sábado (07), em Lages, que está sendo chamado de celebração dos sete anos de mandato do governador Raimundo Colombo. Ele entregará a sua carta de renúncia na sexta-feira (06) em Florianópolis e, depois retornará à Serra. O evento está marcado para a Pousada Rural do Sesc, no quilômetro 5 da SC-114, a partir das 10h. Durante a sua fala no evento, Colombo destacará que Santa Catarina foi um dos poucos estados que não aumento impostos, mesmo diante da queda da arrecadação, medida a qual, segundo ele, preservou a competitividade das empresas e garantiu vagas de postos de trabalho. Antes do evento, o já ex-governador concederá uma coletiva as 09h30 na entrada do local.

Colombo organiza um grande evento para o próximo sábado.

União petista

Lideranças do Partido dos Trabalhadores no Oeste, acreditam que somente uma candidatura do deputado federal Décio Lima ao Governo do Estado, para evitar um racha no partido. Entendem que ao liderar o processo, Lima poderá ter um papel importante na condução do projeto e das candidaturas, sobretudo na disputa entre Pedro Uczai e Claudio Vignatti pela vaga de candidato a deputado federal.

Lima é considerado como o nome da união.

Benedet

A Câmara dos Deputados lança amanhã o livro “Agenda de Segurança Cidadã: por um novo paradigma”. A publicação tem como relatores os deputados Ronaldo Benedet (PMDB), Paulo Teixeira (PT-SP) e Rubens Otoni (PT-GO). O evento será às 11h, no Salão Nobre da Casa. “Nossa discussão conta com cinco eixos centrais. Discutimos elementos estruturais, competências e instrumentos, reestruturação dos sistemas policiais com suas alternativas e problemas, justiça criminal, sistema penitenciário e prevenção à violência, redução de homicídios e políticas setoriais”, destaca Benedet.

Benedet foi o relator.

Udo se envolverá?

A resposta para o título da nota é que sim, o prefeito de Joinville Udo Dohler (MDB) se envolverá no processo eleitoral como um dos principais cabos eleitorais de seu partido. Algumas legendas após o seu anúncio de não renunciar, chegaram a procurá-lo oferecendo espaço para que disputasse ao Governo do Estado, porém, Dohler já descartou a troca e nem tem recebido as lideranças que o procuram com esse objetivo. De acordo com uma fonte, apenas uma situação extraordinária poderia fazer com que Dohler reveja a sua posição.

Bastidores

Voltando um pouco ao dia em que o prefeito de Joinville Udo Dohler (MDB) anunciou que ficaria no cargo, ele preferiu adiantar o comunicado que a princípio estava marcado para a tarde, para o horário da manhã. Tudo isso porque não teve a sua expectativa atendida de que Mauro Mariani e Eduardo Pinho Moreira o procurassem para uma conversa definitiva. Ao aproximar do horário, interlocutores começaram a buscar um diálogo, o que desagradou a Dohler que pediu à sua assessoria que antecipasse o anúncio. “Ele antecipou para ninguém sair dizendo que o procurou para conversar”, informou uma fonte. Na tarde daquele mesmo dia, Pinho Moreira ligou parabenizando o prefeito por ter se colocado à disposição, e anunciando que voltará a Joinville para ver algumas obras de interesse da cidade.

Sucessão

O prefeito de Joinville Udo Dohler (MDB) começará a trabalhar para construir a sua sucessão. Porém, a escolha somente será feita após o período eleitoral. Uma liderança adiantou que os nomes mais cotados são o do presidente da Câmara Municipal Fernando Krelling (MDB), que se tornou o vereador mais votado da história de Joinville, ou do atual secretário de Educação Roque Mattei. Já o atual vice de Dohler, o tenente coronel Nelson Coelho seria o terceiro da lista, mas outros nomes também serão monitorados.

Krelling seria o primeiro da lista.

Governador no ar

Hoje as 08h45 o governador em exercício Eduardo Pinho Moreira (MDB), participará do programa Estúdio Condá com a Raquel Lang. Eu participarei da entrevista na AM 610, quando falaremos sobre os primeiros meses de governo e as questões envolvendo o cenário eleitoral. Depois a Raquel dará sequência ao programa com o deputado estadual Moacir Sopelsa (MDB).

Caramori

A semana promete ser decisiva para o presidente do Badesc José Caramori. Ao contrário do que foi oferecido a ele na semana passada pelo PSD, para que disputasse uma vaga à Câmara dos Deputados, Caramori deverá se desincompatibilizar até sexta-feira (06) para disputar a deputado estadual. Porém, também não é descartada a possibilidade de que ele fique fora do pleito.

Anulação do impeachment

O PT e demais partidos de esquerda e entidades que formam os Comitês Pela Anulação do Impeachment de Dilma Rousseff (PT), estão organizando um ato para o próximo dia 17 de abril, quando completará dois anos da decisão do Congresso Nacional com a legitimação do Supremo Tribunal Federal. Assinaturas serão colhidas para dar base a uma Petição que será entregue ao STF, pedindo a anulação do processo e a recondução de Dilma à Presidência da República. Uma das justificativas são as denúncias contra o presidente Michel Temer (MDB).

Sem chance

O processo de impeachment foi legitimo, com todos os ritos do processo sendo realizados, o que inclusive, garantiu o direito Constitucional à defesa de Dilma Rousseff (PT). Chamar de golpe, é o mesmo que desconsiderar a legitimidade de poderes constituídos como o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal. Se por um lado, é legitimo que qualquer pessoa questione ou reivindique o que for, mas, me parece claro que o ato de agora será muito mais uma movimentação política como mobilização para a eleição, do que uma tentativa de mudar algo que é inalterável.

Ministro do STF Ricardo Lewandowski presidiu as sessões finais.

Nova denúncia

A expectativa em Brasília é que ainda nesta semana a Procuradora Geral da República Raquel Dodge, ofereça uma nova denúncia contra o presidente Michel Temer (MDB). A exemplo do que já escrevi, nos bastidores é dito que Temer não tem como segurar uma terceira denúncia. O problema é que enquanto Raquel determinou uma nova oitiva dos presos na Operação Skala, sendo que os alvos são pessoas da mais intima relação de Temer. O ministro Luis Barroso determinou a soltura, o que poderá atrapalhar as investigações.

Suspeito

As decisões do Supremo Tribunal Federal na última semana, que culminou com a liberdade aos amigos de Michel Temer (MDB), começam a gerar um clima de desconfiança. Tem quem diga que já poderia ser uma sinalização de que o Habeas Corpus deverá ser concedido ao ex-presidente Lula (PT), para que ele siga respondendo nas próximas instâncias em liberdade. Se o STF tomar essa decisão, praticamente ignora a lei que determina a prisão em segunda instância e, começa a implodir a Lava Jato. Uma grande mobilização nacional está sendo marcada para amanhã, como forma de demonstrar aos ministros que a população está atenta.

Mobilização

Em Chapecó está sendo marcada uma mobilização contrária à concessão do Habeas Corpus ao ex-presidente Lula (PT), para amanhã as 18h30 no centro. Esta será a pauta desta terça-feira (03) do Estúdio Condá com a Raquel Lang, que contará com a presença de organizadores do evento no município, além da advogada Janaína Paschoal, que é uma das autoras do processo de impeachment contra a ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

Janaína participará do programa.

Recurso para segurança

O Governo do Estado pediu ao BNDES junto aos estados de Pernambuco, Espirito Santo, além das prefeituras de Porto Alegre e Campo Grande no Mato Grosso do Sul, recursos via uma linha de crédito anunciada no mês passado pelo presidente Michel Temer (MDB), voltada à segurança pública. O banco não informou a quantia de cada pedido, mas destacou que ao todo, devem ser liberados R$ 508 milhões para projetos de reaparelhamento das policiais, modernização de delegacias, melhorias em sistemas de monitoramento e inteligência, além da ampliação de espaço no sistema prisional. O BNDES tentará fazer a liberação até o dia 07 de julho, prazo limite devido a eleição.

“Me ouça de segunda a sexta as 13h15 na Super Condá AM 610”

“Também me leia no jornal Sul Brasil”

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